
Uma pesquisa recente do relatório Latam Pulse (AtlasIntel/Bloomberg), feita entre 27 e 30 de junho com 2.621 brasileiros, revelou números chocantes: 75 % enxergam Davi Alcolumbre com imagem negativa, enquanto Hugo Motta acumula 74 % de rejeição. Saldo de imagem de –72 e –70 pontos percentuais, respectivamente — os piores entre 16 líderes políticos avaliados.
Apesar dos dados dramáticos, essa avalanche de repúdio teve impacto quase zero nos maiores portais nacionais. O povo sente - mas a mídia aliada silencia.
Enquanto tentam enterrar a rejeição interna, Alcolumbre e Motta acabam por entrar no radar de sanções internacionais, impulsionadas por aliados de Trump nos EUA. A Casa Branca avalia, por meio da Lei Magnitsky Global, restringir vistos, congelar ativos e até isentar operações em dólar para autoridades brasileiras acusadas de abusos ou corrupção.
Um editorial recente da Metrópoles destacou que o governo Trump estuda aplicar sanções diretamente sobre os presidentes do Congresso - as mesmas figuras com índices de desaprovação recordes no Brasil.
Davi Alcolumbre teria se recusado a pautar pedidos de impeachment do ministro Alexandre de Moraes no Senado, gerando irritação em círculos conservadores e em Brasília.
Hugo Motta, por sua vez, travou comissões e barramentos à tramitação de projetos de anistia que beneficiariam insurgentes bolsonaristas, o que irritou aliados do ex-presidente.
Ambos, por mais que se alinhem politicamente ao governo Lula, se posicionaram de forma a frear agendas tidas como cruciais pelos bolsonaristas que agora buscam retaliação internacional.
A perspectiva de sanções pode desnudar ainda mais a crise: figuras impopulares no Brasil poderiam ser alvo de retaliação externa, transformando tensões domésticas em conflito político-diplomático. Tudo isso, enquanto a grande mídia pouco ou nada informa sobre o descontentamento popular que os cerca.
Se Motta e Alcolumbre forem efetivamente sancionados, como acontece com Moraes, o Congresso brasileiro seria flagelado por dentro e por fora - um símbolo de fragilidade institucional e de isolamento internacional.
Por que líderes com aprovação quase nula continuam impunes internamente?
E se a punição não vier do povo, mas de um governo estrangeiro?
A invisibilidade dessas rejeições reflete conivência ou coordenação?
A narrativa popular é clara - o Brasil rejeita Alcolumbre e Motta. Mas é a internacionalização dessa rejeição, por meio de ameaças reais como sanções e congelamento de vistos, que pode virar o divisor de águas na história política brasileira.
EMENDA PARLAMENTAR Motta reage a Dino e acusa STF de criminalizar a atividade política
DIREITOS HUMANOS Governo Rafael Fonteles quer ensinar a polícia a ser polícia?
ELEITORADO FEMININO Flávio Bolsonaro reforça campanha com ex-presidente da Caixa e aposta no eleitorado feminino Mín. 20° Máx. 38°