
Temos fontes nacionais e internacionais. E as fontes internacionais afirmam categoricamente que os United States of America vão "jogar duro e pesado" para que a opção de parceria confiável tenha êxito. E olha, quando os Estados Unidos da América entram em algo, é realmente para vencer. E já tínhamos dito isso por aqui? O Brasil somente terá uma nova alternativa de governabilidade com o apoio dos norte-americanos. E o que diz a Revista do Mercado Financeiro e das grandes corporações monetárias? Crusoé: Cartão laranja - Trump mexe no jogo eleitoral brasileiro ao preparar novo tarifaço. E mais: Um intruso em Alagoas e Alopragem eleitoral. O prazo para os Estados Unidos decidirem sobre as tarifas a produtos brasileiros se esgota na próxima quarta, 15.
Como o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR, na sigla em inglês) já culpou o Brasil e recomendou uma tarifa de 25% no início de junho, é praticamente impossível reverter o veredicto. Mas, no final das contas, será o presidente Donald Trump quem decidirá qual será a punição cabível, como ela será aplicada e quando. Se ele quiser, poderá até mesmo engavetar a recomendação do USTR. Tudo ficará mais claro na quarta, 15. A depender de sua decisão pessoal, Trump terá um impacto positivo ou negativo nas duas principais candidaturas nas eleições brasileiras, de Lula e de Flávio Bolsonaro, faltando apenas 81 dias para o primeiro turno, conta Duda Teixeira na reportagem de capa da edição desta semana de Crusoé, intitulada Cartão laranja. Outros destaques de Crusoé: A edição desta semana trata também do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), que passou a ser visto como o "salvador de velhinhos", por sua atuação como relator da CPMI do INSS, e ameaça os dois maiores caciques alagoanos na disputa por uma vaga ao Senado neste ano.
Wilson Lima conta os detalhes dessa história em Um intruso em Alagoas. Uma terceira reportagem, de Wal Lima, analisa a atuação de influenciadores de direita na campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Alopragem eleitoral aponta os riscos para o senador de contar com aliados que apostam na polarização ideológica num momento em que o filho 01 de Jair Bolsonaro tenta parecer menos radical. Podemos voltar à primeira abordagem? Qual delas? O contexto norte-americano perante fatos e acontecimentos? Olha só o que está acontecendo atualmente na República Federativa do Brasil.
O deputado federal Coronel Assis (União-MT) criticou a promotora de Justiça Elayne Rodrigues por declarar que seria inconstitucional mencionar Deus durante um evento público em Duque de Caxias (RJ). Da tribuna da Câmara dos Deputados, o parlamentar afirmou que a integrante do Ministério Público confundiu o conceito de Estado laico com um "Estado antirreligioso" e defendeu a liberdade de manifestação de fé. Segundo Assis, "inconstitucional não é falar de Deus". "Inconstitucional é constranger um brasileiro a manifestar a sua fé. Inconstitucional é usar a autoridade do cargo público para intimidar pessoas que creem. Inconstitucional é confundir Estado laico com Estado antirreligioso", afirmou.
Eis o que diz Crusoé? E o site O Antagonista? Não apenas estes veículos. Diariamente o GazetaHora1 vem enfatizando o cenário nacional e internacional. Do jeito que o Brasil está, você acredita que a maior potência bélica e econômica não se interessaria pela República Federativa do Brasil? Do jeito que a coisa anda, terá gente capaz de até mesmo alterar o nome do Brasil para República Democrática do Brasil – que de longe isso já significaria a aura comunista, pois todo país genuinamente comunista costuma colocar em seu nome o aspecto democrático. Faça uma pesquisa e verá. A Coreia do Norte, oficialmente, qual o seu nome? Não é República Democrática da Coreia?
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