
Eis o que resume o atual momento do futebol argentino. Ganhou de virada e de uma forma impressionante. Está fazendo por merecer. Mas a maior torcida continua sendo por um time que não é considerado, de fato, favorito.
E como foi a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos da América? De acordo com o Estadão, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), apostou em um discurso político e em ataques ao governo Lula durante sua apresentação na audiência pública do Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), sobre a investigação de supostas práticas desleais adotadas pelo Brasil no comércio. É incrível a forma como a velha mídia trata apenas um espectro político. Pelo menos alguns veículos já começam a perceber para onde os ventos estão soprando. Então, a vontade de vencer não é apenas da Argentina? O terreno vai ficando cada vez mais perigoso, no Brasil, para comentar eleições?
Flávio também citou o governo Lula ao abordar o tema da corrupção. De acordo com os presentes, o senador afirmou que, durante os quatro anos do governo de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), não houve problemas de corrupção no País. Ele mencionou como escândalos os casos do Mensalão, da Lava Jato, da crise do INSS, alegando envolvimento do filho de Lula e o caso Master. Sabe o que é certo em tudo isso? A força da família Bolsonaro junto não apenas a Donald J. Trump, mas, sobretudo, à nação norte-americana.
O prestígio e a proximidade acentuam-se cada vez mais, a ponto de muitos dizerem que quem irá fazer "a segurança da campanha será o FBI e a CIA", e não policiais federais brasileiros. Em outras palavras, o que tudo isso significará? Não a submissão dita pelo atual mandatário do Brasil, mas a certeza de que o parceiro essencial do Brasil serão os Estados Unidos da América. E isso é muito importante e, para muitos, representa o lado certo da história mundial.
E a vontade de vencer? De acordo com Marcos Antomil, do Estadão, faltavam pouco mais de dez minutos para o fim do tempo regulamentar quando parecia que a jornada de Lionel Messi em Copas do Mundo chegaria ao fim. No placar do Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, marcava-se 2 a 0 a favor do Egito. Mas ter Messi como adversário requer atenção até o apito final. Uma tarde apagada, com direito a pênalti desperdiçado, transformou-se completamente. O astro guiou a atual campeã, a Argentina, a uma virada de roteiro homérico, com gol, assistência e liderança.
O que era uma derrota certa tornou-se mais um verso de uma epopeia rumo às quartas de final, com uma vitória por 3 a 2. A seleção egípcia teve a classificação nas mãos e baixou a guarda diante de um adversário que não coloca ponto final em suas ambições. Com gols de Romero, Messi e Enzo Fernández, a Argentina castigou o Egito e conquistou um feito inédito ao virar uma partida na qual perdia por dois gols. A Argentina volta a jogar no próximo sábado, às 22 horas, em Kansas City, diante de Suíça ou Colômbia, que se enfrentam em Vancouver. Vontade de vencer? Não falta aos Estados Unidos nem à Argentina? Cada passo é uma verdadeira conquista!
E o contexto político do dia, nobre escritor? De acordo com Hugo Henud, do Estadão, Zema culpa Lula pelo tarifaço e diz esperar uma solução "independentemente de quem vier". Pré-candidato do Novo, defendeu maior participação feminina na política, culpou a política externa do governo Lula pelo tarifaço dos Estados Unidos e disse que ainda não definiu seu vice, mas exigirá um nome com "ficha limpa". Zema afirmou que Lula e o Itamaraty têm demonstrado "falta de habilidade" na relação com os Estados Unidos e atribuiu parte do desgaste à aproximação do governo petista com países como Cuba, Venezuela e Irã.
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