
Não é tão somente isso? As relações entre os Estados Unidos da América e o Brasil estão em frangalhos. O mundo olha com atenção para o que está acontecendo e sabe o que, de fato, pode acontecer. E a oposição está correta. Oferece o que os States desejam, e os United States of America darão o que for preciso para que tudo aconteça de acordo com o que vem ocorrendo em toda a América Latina. É um caminho sem volta.
Nunca se viu um presidente dos Estados Unidos da América ser atacado diariamente pela velha mídia e por "toda a mídia que somente publica o que o governo federal manda". Brincar com fogo deixou de ser algo muito perigoso? Depende do fogo? O que é, mesmo, um rompimento diplomático? É a suspensão oficial e total dos contatos políticos e das relações bilaterais entre dois Estados soberanos. Esse ato extremo — respaldado pela Convenção de Viena — implica a retirada imediata de embaixadores e diplomatas, além do fechamento das respectivas embaixadas e consulados.
Mas isso já aconteceu oficialmente? Não. Mas poderá vir a acontecer? Dificilmente. Tudo ocorre nos bastidores, de forma cada vez mais acentuada, e o que está em jogo são questões muito além das ideológicas. Trata-se de encontrar confiança onde ela não pode existir? Certo é que os States ganharão esta "guerra"!
Aí entra em campo a velha ladainha: mas o Brasil não é um país soberano? Falar ou escrever sobre eleições na República Federativa do Brasil, a partir de agora, exige muito juízo diante de Cristo Jesus, Deus. Agora que terminou a Copa do Mundo de Futebol (com a eliminação do Brasil), o país volta à realidade, e, pelos jogos de ontem, com a Bélgica, logo cedo já deu para perceber o nível em que anda a velha mídia. A Bélgica era favorita e venceu o jogo, apenas isso. Mas contextualizaram com o árbitro, com o Brasil e envolveram até mesmo o PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA.
Já pensou o quanto as relações entre Brasil e Estados Unidos da América estão, de fato, rompidas, ainda que não oficialmente? A figura do presidente dos EUA é um símbolo americano praticamente intocável e, se começa a ser estigmatizado por um determinado país, o bicho pega. Qual é o poder bélico do Brasil? Mas os States não são mais os mesmos e não venceram nem mesmo a guerra contra o Irã? Simplesmente, a Marinha do Irã não existe mais. E o contexto envolve também religiosidade e inúmeros outros fatores, além de uma guerra.
Rompimento diplomático? Faz tempo que o Brasil saiu da cartilha diplomática e tenta, a todo custo, distanciar-se dos Estados Unidos da América. Moço, sabe quantas vezes, por artigo, vocês citam os EUA? A frente dos EUA não é apenas bélica ou de guerra direta. Não existem outros tipos de "guerras"? O mercado brasileiro é economicamente muito promissor. O Brasil não é apenas desemprego e "favelas". A República Federativa do Brasil é riquíssima, e não apenas em "terras raras" e recursos minerais. O que a oposição está oferecendo, não apenas ao presidente Donald J. Trump, mas à nação norte-americana, é a possibilidade de uma parceria sólida e duradoura.
Mas Trump não está resolvendo nem mesmo os seus próprios problemas? Seu governo vem evitando, ao máximo, a ultrapassagem econômica por parte da China. E esse já é o seu legado. Os Estados Unidos da América voltaram a ser protagonistas do mundo. A ousadia de pessoas inescrupulosas, que apenas pensam em si, está levando a República Federativa do Brasil ao fundo do poço, não apenas no campo diplomático, mas também colocando-a do lado completamente errado da história.
Vocês sabem quantas pessoas realmente norte-americanas existem no Brasil, a serviço, oficial ou não, dos United States of America? Talvez esse seja um dos números mais secretos e irreveláveis. Se o governo anterior dos States, com apenas uma agência (ONG), fez o estrago que fez, agora você é capaz de imaginar o benefício que será com todas as agências de inteligência integradas e todas as instituições mundiais dos States unidas e coesas?
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