
A realidade está diante de todos, mas poucos têm coragem de encará-la. O Brasil vive um processo acelerado de chinalização institucional, política e cultural. O governo Lula, com o apoio explícito de setores do Judiciário e da mídia tradicional, não esconde mais sua inspiração no regime autoritário de Xi Jinping. O projeto é claro: transformar o Brasil numa China tropical, com controle social, censura sistemática e vigilância digital.
No Supremo Tribunal Federal, o disfarce caiu. Em plena sessão sobre a regulação das redes sociais, o ministro Gilmar Mendes declarou:
“Todos nós somos admiradores do regime chinês”.
Silêncio absoluto no plenário. Nenhuma objeção. Nenhum espanto. Um endosso tácito a um modelo político que persegue, pune e silencia. O que deveria causar alarme é tratado como trivial. A toga se tinge de vermelho.
No Executivo, a afinidade com ditaduras é explícita. Lula reverencia autocratas de todas as matizes. Já a primeira-dama, Janja da Silva, ultrapassa as fronteiras da diplomacia: durante visita à China, pediu ajuda ao governo comunista para censurar o TikTok no Brasil. Disse com naturalidade que o país deveria seguir o exemplo chinês, onde menores só podem acessar telas sob horário controlado, e descumprimentos são punidos com prisão.
“Por que é tão difícil falar disso aqui?”, questionou.
Talvez porque aqui ainda haja liberdade - mesmo que por pouco tempo.
Essa admiração pelo modelo de Pequim vai além da censura. Ela avança sobre o coração do sistema financeiro. O Drex, moeda digital brasileira inspirada no yuan digital, será 100% rastreável. O governo poderá saber quanto cada cidadão ganha, onde gasta e como vive. Pior: poderá bloquear contas, salários e benefícios com um simples clique. O controle absoluto da vida financeira será vendido sob o pretexto de “modernização”. O povo aceitará sorrindo - até sentir o peso das algemas digitais.
E tudo isso acontece sob um manto de normalidade. Câmeras se multiplicam, perfis são deletados, vozes são silenciadas, leis são distorcidas. O discurso oficial fala em “segurança”, “democracia” e “governança”, mas o que está sendo erguido é um sistema de vigilância em massa e controle de opinião.
O que está em curso é a distopia anunciada por George Orwell em 1984. Um Estado que observa, pune e molda. Um “Grande Irmão” com feições tropicais, sotaque progressista e respaldo institucional.
A dominação chinesa não exige tanques - exige investimentos estratégicos e silêncio cúmplice. Empresas brasileiras, reservas minerais, infraestrutura, comunicação - tudo sendo lentamente absorvido. A mídia, financiada por anúncios e acordos, nada denuncia. Está anestesiada ou comprometida. Onde estão os telejornais investigativos? Onde estão os editoriais críticos? Sumiram. Estão vendidos ou acuados.
O povo brasileiro precisa entender que este processo não é sobre esquerda ou direita. É sobre liberdade e servidão. A chinalização avança a passos largos, silenciosamente, sob aplausos e omissões.
Se não houver resistência agora, será tarde demais.
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