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Política ELEITOS PELA POBREZA

O projeto da miséria: quando o poder se alimenta da pobreza

PT no Piauí e PSB no Maranhão: a miséria transformada em estratégia de poder no Nordeste

16/08/2025 às 15h06 Atualizada em 16/08/2025 às 16h26
Por: Douglas Ferreira
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Wellington Dias, Lula e Rafael Fonteles - Foto: Reprodução
Wellington Dias, Lula e Rafael Fonteles - Foto: Reprodução

Não. Não é coincidência. É projeto. Projeto de poder. E como já se sabe, à esquerda só restam os empobrecidos. É da miséria que os partidos de esquerda se alimentam. E, lógico, seus líderes também.

E não há prova maior do que o que se vê no Nordeste, maior reduto do PT, do lulismo e da esquerda. Sim, é de lá que vêm os votos que asseguram maioria aos candidatos petistas. Mesmo quando perdem no Brasil, ganham no Nordeste. Lula que o diga.

Mas, para que esse status quo seja mantido, é preciso cumprir o dever de casa: o povo precisa permanecer pobre, miserável e dependente das políticas sociais. Políticas que nunca foram criadas para tirar o povo da miséria, mas para mantê-lo nela, domesticado e agradecido. Tem sido assim nos últimos 20 anos.

E o resultado é óbvio: nos estados onde o PT e seus puxadinhos da esquerda governam, a miséria não resiste — ela se perpetua. Por quê? Qual a lógica? Esse é o método? O povo deve permanecer na lama para que a esquerda sobreviva?

A pergunta ganha ainda mais força quando olhamos para os números. Piauí e Maranhão estão sempre no fundo do poço do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Coincidência? Ou fruto de um projeto perverso de poder?

Felipe d’Ávila, do Partido Novo, não tem dúvidas. Ele tem sido um crítico implacável dessa engrenagem petista e não poupa palavras: a esquerda “transformou a pobreza em projeto de poder”. Ele cita diretamente o Piauí e o Maranhão como os piores do Brasil no IDH: Maranhão no fundo do abismo, com 0,639, e o Piauí logo atrás, com 0,646.

Segundo d’Ávila, são “décadas controlando governos, mantendo o povo refém de migalhas e usando a miséria como combustível eleitoral”. E vai além: “Quanto mais dependência, mais fácil se manter no trono.”

O cientista político deixa o recado que incomoda: “Até quando vamos aceitar esse plano de dominação travestido de justiça social?”.

E no caso específico do Piauí, ele aponta o óbvio: o mesmo grupo político controla tudo há décadas. Foi governado por Wellington Dias (PT), hoje ministro e senador licenciado, responsável pelo Bolsa Família no Governo Lula. Agora, o estado está nas mãos de Rafael Fonteles (PT), discípulo direto de Wellington. “Mesmo grupo político controlando tudo”, escreveu Felipe d’Ávila em seu post, que viralizou.

No fim, a verdade é incômoda, mas inescapável: a miséria virou estratégia eleitoral.

 

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