
É o que vai acontecer? Vejam o que está acontecendo de uma forma muito mais lúcida. Eis o que diz o Estadão, por meio de Raquel Landim: um alto funcionário do governo americano alertou, numa conversa de bastidor, que, se o Brasil retaliar os Estados Unidos por conta do tarifaço, haverá um contra-ataque. Na prática, pode se instalar uma guerra comercial.
A experiência mostra que ele não está blefando. Até hoje, apenas dois países tentaram resistir à fúria protecionista de Donald Trump: Canadá e China. Em ambos os casos, a disputa resultou em redução de investimentos e aumento de preços. Acabaram sendo selados acordos parciais. Com menor poderio econômico, os canadenses saíram mais machucados que os chineses. O Brasil não tem a mesma envergadura de China e Canadá para entrar em um embate com os americanos. A primeira disputa com os EUA o posto de maior economia do mundo; o segundo possui uma extensa fronteira terrestre e um antigo acordo comercial. Já havíamos dito isso por meio de nossas fontes internacionais. O contexto brasileiro é outro e realmente não tem como fazer frente a isso!
Perderam as “eleições”? Do que vocês estão falando ou imaginando? A Justiça Eleitoral não merece respeito? Lógico que merece. A reflexão é no sentido de que muitos imaginam que somente se perde algo na concretização de fatos e acontecimentos. Tudo é perdido muito tempo antes. As nuances e as conjecturas começam muito antes de o fato acontecer. Afinal, quem de fato manipula e controla as massas? E ainda existem esses jargões.
Reafirmamos o que nossas fontes nacionais e internacionais dizem em off: os EUA vêm com tudo para “solidificar o projeto de parceiros confiáveis”. Rotulam o presidente Donald J. Trump de tudo e não querem credibilizar o soerguimento do orgulho nacional e internacional perante fatos e acontecimentos? Quem é o único que pode fazer frente ao Brasil perante a imprensa nacional e internacional? Os dólares norte-americanos!
O que um jornal — agora muito mais portal do que jornal — diz? Diz que, nesta quinta-feira, 15, os EUA oficializaram sobretaxas de 25% sobre produtos brasileiros, com uma lista de exceções, alegando comércio desleal. As tarifas podem chegar a 37,5% se for confirmada uma nova investigação que acusa o Brasil de permitir trabalho escravo. Os produtos brasileiros pagarão as segundas maiores tarifas do mundo para entrar nos EUA, atrás apenas da China.
Antes mesmo de o tarifaço se concretizar, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, já havia dito que o Brasil estuda utilizar a Lei da Reciprocidade. Vai ser preciso respirar fundo, porque uma retaliação, ou reciprocidade, nem sempre é a medida mais prudente a ser tomada. Mas percebam que até mesmo este jornal, que tenta se adaptar aos novos tempos, usa a palavra "tarifaço". O que isso significa? Tornar pejorativo o termo "tarifas"? Certo mesmo é que empresários norte-americanos têm muito a ganhar com a economia brasileira e irão fazer de tudo para não perder de vez este mercado propulsor e pujante para o comunismo chinês. Eis a verdade perante fatos e acontecimentos reais!
E o "perderam as eleições"? Analise dentro do contexto internacional? O Brasil é uma economia forte, mas não tem Forças Armadas à altura de conflitos dessa natureza. Nunca, na história da diplomacia brasileira, a República Federativa do Brasil ousou enfrentar os Estados Unidos da América de "peito aberto". O Brasil pode estar sendo governado por uma pessoa insana? O certo não seria dizer que sabem o que estão fazendo e que essa é a única tática que resta para não perder "as eleições"? Só que os brasileiros gostam e admiram os Estados Unidos da América. O povo não gosta, não aceita e muito menos prefere a China!
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