
O quê? Criticar por criticar? Ler ou assinar a velha mídia? Pode ser que tudo isso que esteja a imaginar não seja tão verdade quanto possa parecer. Passamos a dar um pouco mais de atenção à velha mídia e, graças aos bons amigos, pessoas de Deus e caridosas, agora temos um pouco mais de acesso. E o que temos observado? Pode ser que a velha mídia esteja em processo de readaptação. Será mesmo?
Certo mesmo é que podem ser apenas as manchetes de capa ou algumas matérias que deem o tom meramente governamental, pois, nas entrelinhas e no contexto geral das matérias e reportagens, a questão não é tão simples nem tão favorável ao governo atual ou aos governantes. Mas isso ocorre apenas devido à proximidade do processo eleitoral? Acaba de indagar-se um cético, alguém que não acredita mais em nada nem em ninguém?
Pode ser que sim e pode ser que não. O correto é analisar que a mídia precisa sobreviver e que não será ficando apenas de um lado do espectro político que manterá o que imagina ser o quarto poder. E os assinantes passaram a ter um pouco mais de vez e voz. Tem algo que parece "estranho no ar"?
O que se intitula velha mídia? A expressão velha mídia (também chamada de mídia tradicional ou mídia legada) refere-se aos grandes conglomerados de comunicação que dominaram o fluxo de informação antes da popularização da internet. Abrange canais tradicionais, como emissoras de TV aberta, jornais e revistas impressos, além da adaptação ao meio digital por parte dos tradicionais veículos de comunicação. A comunicação flui de "um para muitos", em que empresas produzem o conteúdo e o público apenas o consome. Um número restrito de editores e diretores decide o que é notícia e qual será a narrativa veiculada.
O termo ganhou força com o avanço das redes sociais e da internet. Enquanto a "nova mídia" (blogs, redes sociais e podcasts) é descentralizada e interativa, permitindo que qualquer pessoa produza e comente conteúdos em tempo real, a "velha mídia" é muitas vezes criticada por manter modelos verticais e supostos vieses políticos ou interesses comerciais. E há portais que mais parecem a velha mídia? A maioria deles?
Apenas perda de tempo? Criticar por criticar? Ler ou assinar a velha mídia? Certo mesmo é que os bons portais e o streaming mudaram a forma de comunicar. Mas é fato que os leitores e telespectadores estão se distanciando da velha mídia? Moço, quem lia O Globo, Folha de S.Paulo e Estadão não eram as ditas elites intelectuais, sociais e econômicas? E, nos dias atuais? Somente não assina quem não quer, pois os preços despencaram de forma abrupta, como nunca se viu. Há veículo oferecendo assinatura anual por R$ 1,99 por mês e "ainda agradece a Deus" quando aparece alguém que tem coragem de assinar.
É o século XXI. É a sociedade digital e civilizada avançando, a cada dia, nos aspectos tecnológicos. Você já calculou os custos de manter emissoras de rádio e TV? Há gente conceituada, que entende do riscado, dizendo que não quer mais concessões de rádio e TV "nem de graça". Atualmente, somente as Igrejas e as "igrejas de mero cunho econômico" é que possuem algum interesse em emissoras de Rádio e TV. O povo gosta mesmo é dos portais, dos celulares e do streaming. Daqui a alguns anos, os portais terão redações maiores que as da velha mídia!
Sabe o que realmente faz bem ao espírito e à mente? Orações e boa leitura. E tem mais: a audiência dos portais e do streaming é medida instantaneamente. A boa leitura por meio dos portais é algo importante e salutar. Afinal, o público não deseja apenas o ato de informar, mas também contextualizar e opinar. Moço, e o aspecto eleitoral? Em que consiste a sabedoria? Crer em Deus e ter juízo.
Faltam menos ou mais de 74 dias para o resultado final das eleições? Olho na legislação eleitoral e que o povo decida quem realmente é o melhor ou o menos ruim? Certo mesmo é a atuação dos EUA de forma planejada, calculada e estratégica. E irão fazer o quê? Bombardear os Estados Unidos? Quem mandou "atacar onça com vara curta"? Não são milhões, são bilhões de dólares gastos anualmente com inteligência!
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