
O presidente Lula iniciou nesta segunda-feira a primeira sessão de radioterapia preventiva após a retirada de um câncer de pele no couro cabeludo. O procedimento está sendo realizado no Hospital Sírio Libanês, em Brasília, e faz parte do tratamento complementar indicado pela equipe médica depois da cirurgia realizada em abril.
Segundo o boletim divulgado pelo hospital, Lula passará por 15 sessões de radioterapia ao longo de três semanas. As aplicações terão curta duração, cerca de dois minutos cada, e serão feitas de acordo com a agenda presidencial. Os médicos afirmaram que o presidente seguirá exercendo normalmente suas atividades sem restrições.
A lesão retirada da cabeça do presidente foi identificada como um tumor basocelular, considerado o tipo mais comum de câncer de pele. Especialistas explicam que esse tipo de tumor costuma estar ligado à exposição prolongada ao sol e, na maioria dos casos, apresenta baixo risco quando tratado precocemente. O procedimento de remoção é considerado simples e frequente em consultórios dermatológicos.
Além do tratamento, os médicos recomendaram medidas preventivas para evitar novas lesões, como o uso constante de protetor solar e chapéu durante exposição ao sol. Até então, a possibilidade de radioterapia não havia sido divulgada publicamente pela equipe médica responsável pelo acompanhamento do presidente.
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