
Para Donald J. Trump? Vencer as eleições brasileiras. Inclusive, no dia de hoje, a manchete de um dos principais programas veiculados no YouTube anunciou isso. A cada dia que passa, as relações Brasil/EUA serão cada vez mais incrementadas, e através do preferido dos Estados Unidos da América, e não apenas e tão somente de Donald J. Trump. E ninguém tem nada contra ninguém. É uma questão meramente comercial.
A América Latina e o Brasil, especificamente, são essenciais para “continuar alimentando os States” e mantê-los em primeiro lugar como potência não apenas bélica, mas principalmente religiosa, social e econômica. E vem aí mais uma visita estratégica do preferido dos States a Washington, não apenas à capital, mas também aos principais investidores e “comandantes da política norte-americana”. O intuito é estreitar cada vez mais os laços.
Flávio Bolsonaro sabe que, por força própria e “confiando apenas no povo e no empresariado brasileiro”, não será eleito? Somente derruba o sistema uma força maior do que o próprio sistema atual, que comanda a política brasileira há mais de 30 anos? Eis a nobre realidade!
Moço, vamos falar de futebol? Mas não é apenas e tão somente mais um jogo? Não, não é. O clima do país já amanhece diferente, e não é apenas por uma vitória, mas pelos bônus que podem advir dela. Certo mesmo é que isso é cultural. As emoções afloram; as famílias se reúnem; encontros e reuniões são adiados; tudo passa a viver em função de apenas um jogo de futebol.
E, se perder ou ganhar apenas como vem ganhando? As críticas começam logo após o final da partida. Quem não gosta de acompanhar? Gostamos de jogar, mas, em 90 (noventa) minutos, dá para ler um bom livro. Só que, nos dias de futebol, na Copa do Mundo e, especialmente, nas partidas do Brasil, todos paramos para assistir. Não tem como.
Até mesmo os seminários cessam um pouco as atividades formativas para assistir aos jogos. E, acredite, até mesmo os mosteiros possuem “cadeiras cativas” para os jogos de futebol. É um assistir comedido, mas todos os mosteiros acompanham os jogos do Brasil em época de Copa do Mundo. Faz parte da cultura nacional!
E o próximo passo na América do Sul? Os últimos resultados foram o êxito no Peru e na Colômbia. Fontes fidedignas asseguram que nunca se “viu tanto dinheiro norte-americano aplicado” em uma campanha eleitoral. Algum problema? Nenhum. A legislação colombiana “assegura o investimento”, de acordo com suas leis.
E, no Brasil, vai jorrar “tanto dólar a rodo”? Não é prudente nem sábio duvidar. E quem vai impedir tudo isso? O Governo Federal, através do STF, vai fazer uma operação para prender o presidente dos Estados Unidos da América? Se apenas uma ONG americana fez o estrago que fez na última campanha presidencial brasileira, agora imagine todas elas reunidas em torno de um só objetivo.
Lula vai pedir para as Forças Armadas invadirem os Estados Unidos da América? As projeções internacionais “já projetam uma vitória com folga”? E pode isso acontecer já no primeiro turno? O diabo é quem duvida. Pessoas em sã consciência sabem da força do poderoso Estados Unidos da América!
Quem vai ganhar a Copa do Mundo de 2026? Enquanto isso não termina, os lucros das bets aumentam a cada dia que passa. E os bancos digitais, já em 2027, começarão a superar os bancos oficiais e privados tradicionais? É lucro sobre lucro até dizer chega.
Quem ainda tem coragem de apoiar o atual Governo Federal? Quantos partidos o atual governo vai juntar em uma coalizão partidária? No máximo cinco? E podem continuar as operações contra “donos de partidos”; ninguém quer mais apoiar publicamente, nem mesmo permanecer neutro. Mexeram onde jamais deveriam mexer? E esse tipo de "rebanho" sempre obedece ao condutor e arregimenta o máximo possível de gente!
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