
Foi com essa expressão que a influente e conceituada Revista Oeste deu a notícia sobre a revogação do visto de uma diplomata brasileira por parte dos Estados Unidos da América. Na história da diplomacia e das relações entre Brasil e Estados Unidos da América, já aconteceu algo parecido?
Certo mesmo é a forma como os States resolveram reagir. Está ficando cada vez mais visível que as relações entre a maior potência econômica e bélica do mundo azedaram de vez. Donald J. Trump não está mais "brincando de gato e rato com Lula". Resolveu, de fato e de direito, endurecer o tratamento, não apenas no campo diplomático, mas em todos os sentidos.
E o que todos estão a imaginar agora? Não há outra coisa passando pela cabeça do empresariado brasileiro: se o presidente dos Estados Unidos da América, que resolveu "investir em seus candidatos" na América Latina, não perdeu uma, por que iria perder no Brasil, a maior economia da América Latina? Quais serão os próximos passos? Só resta mesmo aguardar?
O que significa a expressão "anão diplomático"? "Anão diplomático" é uma expressão pejorativa usada para descrever um país que possui grande relevância econômica, territorial ou cultural, mas que apresenta uma atuação externa fraca, ineficiente ou sem peso real nas decisões e crises internacionais.
A frase foi dita em julho de 2014 por Yigal Palmor, então porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel. O termo surgiu após o Itamaraty emitir uma nota criticando duramente a proporção do uso da força militar por Israel no conflito na Faixa de Gaza.
Ao rebater o posicionamento do governo brasileiro da época, Palmor afirmou que o Brasil era um gigante econômico e cultural, mas continuava a ser um "anão diplomático". Afinal o que realmente está acontecendo com a diplomacia brasileira? O afastar-se completamente da economia norteamericana já começa a trazer enormes prejuízos não apenas do ponto de vista econômico mas sobretudo no contexto da ótica moral.
A República Federativa do Brasil sempre foi muito admirada pelo preparo intelectual e acadêmico de seus embaixadores. Nos bastidores do Itamaraty muita gente sabe que tudo isso vai resultar em enormes prejuízos não apenas do ponto de vista meramente diplomático. Devido ao grande acontecimento do dia de hoje, tudo até o dia 15 de agosto de 2026 pode mudar de forma drástica no quadro eleitoral prestes a acontecer ainda em 2026?
Augusto Nunes, sábio que é, disse publicamente que esta expressão não é aspecto preconceito. O mesmo ao frisar a frase até mesmo tratou logo de enaltecer os anões. A questão é que tudo se encaminha para uma ruptura jamais vista entre dois países que até pouco tempo detinham as melhores relações não apenas diplomática mas comercial.
Diante de tudo isso os comentaristas de Oeste Sem Filtro atribuem a perspectiva de um contexto ideológico completamente fora da realidade brasileira e que chega ao cúmulo de ser algo apenas e tão somente com o intuito de tentar conter o impossível; uma derrota eleitoral que está chegando e não sabem mais como contê-la.
Eis a realidade? O tempo não é senhor da razão? Muita coisa ainda irá acontecer nestes mais ou menos 70 dias?
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