
Dívida pública. Contagem regressiva. A campanha começa em meio ao silêncio conveniente dos candidatos em relação ao grave problema do descontrole das contas do país, uma ameaça que exigirá do próximo presidente medidas austeras, força política e determinação para evitar que o Brasil seja tragado para um abismo econômico. Eis a capa da tradicional revista Veja.
O que é, afinal, a questão fiscal? A questão fiscal é o equilíbrio entre o que o governo arrecada (com impostos) e o que gasta (com serviços públicos, salários e obras). Quando os gastos superam a arrecadação de forma contínua, ocorre o déficit público, o que aumenta a dívida do país e gera debates sobre como manter as contas sob controle.
As contas estão provocando suicídios? As contas estão provocando cada vez mais violência e insegurança? E as contas públicas estão provocando desconfiança e medos? Moço, o que é esse negócio de contas públicas? O controle das contas públicas é o conjunto de regras, fiscalizações e auditorias usadas para verificar se o governo gasta o dinheiro arrecadado com impostos de forma honesta, legal e correta. Ele serve para garantir que os recursos do povo tragam benefícios reais para a sociedade e evitar desvios. Mas esse é um terreno perigoso, e ninguém quer se comprometer com nada?
De acordo com Luiz Guilherme Gerbelli, do Estadão, na avaliação de Alexandre Schwartsman e de Ana Paula Vescovi, a economia brasileira vai entrar em um cenário de deterioração crescente se não resolver a situação das contas públicas no próximo mandato. A leitura deles é a de que o próximo governo terá de encarar o ajuste pelo lado da despesa e adotar um amplo cardápio de medidas se desejar encaminhar uma solução para o problema fiscal brasileiro.
“O cenário é muito preocupante. Se não resolvermos ou endereçarmos esse problema, vamos lidar com uma deterioração crescente”, afirma Ana Paula, ex-secretária do Tesouro. “Não dá para chamar ainda de crise. Mas há sintomas absolutamente preocupantes. Essa trajetória da dívida é insustentável”, acrescenta Schwartsman, consultor da Pinnotti & Schwartsman Associados e ex-diretor do Banco Central.
Sem um ajuste, a economia brasileira caminha para lidar com um cenário de juros altos permanentes, o que deve tornar ainda mais difícil a vida de empresas e famílias. “O ajuste fiscal não é um fim em si. A gente não quer fazê-lo porque é bonito. É porque essas coisas têm consequências sobre o restante da economia. Estamos convivendo com um juro real elevadíssimo”, diz Schwartsman.
Peraí, essa lenga-lenga repetitiva de novo? Atualmente, existem pessoas que vivem fora da realidade. O povo não gosta da violência adentrando, todos os dias, suas casas e residências. O Estado do Piauí é um estado onde as pessoas não apenas gostam de estudar, mas, sobretudo, encontram nos estudos a única forma de evolução social. Não tem saída.
Portanto, atualmente, somente os tolos e insensatos perdem tempo com TV aberta e programas locais da televisão aberta piauiense. E uma coisa é certa: nenhuma programação de TV aberta, seja local ou nacional, dará sentido à vida nem fará as pessoas crescerem intelectualmente. Os atuais governantes do Brasil encontram na TV aberta um terreno fértil para tentar perpetuar-se no poder.
Quem são os atuais candidatos da política piauiense? Genros, noras, filhas, netos, filhos, sobrinhos, tias, tios, todos desejando vida fácil? Pergunte ao povo e encontrará respostas críveis. E o povo, sim, quer saber sobre contas públicas e temas políticos, sim.A crise fiscal é tamanha que, se no Brasil houvesse pessoas da estirpe de Santo Thomas More, o país não estaria onde se encontra: à beira do colapso financeiro e fiscal.
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