
Quanto vale a sua palavra? O que é a palavra? Uma palavra é uma unidade da linguagem formada por um conjunto de sons na fala ou de letras na escrita, associada a um significado. Ela serve para representar ideias, nomear seres, ações ou sentimentos e compor as frases que usamos para nos comunicar.
E a palavra empenhada? Ainda tem algum valor? E não apenas monetário, mas moral? Qual é a moeda do mundo político? Não é a palavra. E a palavra empenhada? Estamos sentindo certo descontentamento com a política há anos. E esse descrédito é reforçado dia a dia, principalmente através de pessoas que também fazem parte da estrutura social, econômica e intelectual do país. Certo mesmo é que não existe mais ninguém que acredita em palavra empenhada? Qual a certeza de que a pessoa cumprirá com sua palavra? A incerteza é a única certeza da vida na Terra?
Moço, a gente gosta de lê-lo e acessa o Gazeta Hora 1 para saber das notícias que ninguém publica localmente? Pois vamos lá. A voz do povo não é a voz de Deus? Verdade. A imprensa, não somente “a velha, mas também a intitulada nova”, quer apenas e tão somente “vender o seu peixe”? Ave Maria. Jesus. Que mundo "estragado"!
A principal notícia dos bastidores dos poderes vem da colunista Bela Megale, de O Globo: “PF apura se autoridades receberam vantagens para beneficiar Lulinha”. Em fase inicial, as investigações da Polícia Federal que envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, têm entre os focos apurar se autoridades públicas praticaram atos de ofício em troca de vantagens indevidas para beneficiar o filho do presidente Lula. O principal objetivo dos três inquéritos nos quais Lulinha é investigado por suspeita de tráfico de influência é identificar se integrantes do governo federal receberam recursos para, de forma ilícita, favorecer o empresário junto a órgãos públicos ou ao Palácio do Planalto. Como informou a coluna, a PF deve convocar Lulinha para prestar depoimento presencialmente. A avaliação dos investigadores é que, diante da natureza das apurações, o comparecimento pessoal pode contribuir para esclarecer as suspeitas.
E o quanto vale a palavra? É apenas no aspecto político? Não é em todas as camadas e esferas da sociedade brasileira? Desconfiança geral e irrestrita. Certa vez, alguém chegou a um “posto de gasolina”. Era tarde da noite. Foi passar o seu cartão, mas nada de passar. Desesperado, falou com o frentista: — Senhor, você sabe que costumo abastecer sempre aqui e todos os dias você me vê. Poderia colocar cinquenta reais no carro e me dar o seu Pix? A primeira coisa que farei, ao chegar em casa, é passar o seu Pix.
Qual foi a resposta? — Moço, é justamente esses que, quando fazemos isso, somem e não aparecem mais. O rapaz ficou meio desanimado, mas não desistiu, pois o carro estava na reserva e ele estava com medo de queimar a bomba de gasolina. Ao se dirigir a outro frentista, o senhor falou: — Coloco, sim, moço. Todos os dias o vejo aqui e sei que é um homem de bem e responsável. CONFIO, SIM. Confiou, e o rapaz foi embora. Ao chegar em sua casa, a primeira coisa que fez foi passar o Pix ao frentista. No outro dia, ao passar novamente no posto, agradeceu ao frentista.
Quanto vale a palavra? Não tem preço. Questão de confiar! O frentista ganhou um amigo. São Bernardo de Claraval costumava dizer que o homem tem dentro de si a vontade de ser bom, porque foi dada por Deus. A questão é que homens sem palavra, homens sem pudor, homens inescrupulosos “acabaram com o mundo”.
Quem, nos dias atuais, já não foi enganado, “seja no mundo político ou em qualquer mundo”? A guerra da mente é uma das maiores, e todos os dias se apegue a Jesus Cristo, a Deus, para que não seja enganado, principalmente por palavra empenhada. A vida nos “grotões” está dura. A vida do povo brasileiro anda sem sentido. Tem gente que, para seguir vivendo, já acorda entregando toda a sua vida a Deus. E está correto.
A frase “maldito o homem que confia em outro homem” tem "alimentado e atormentado" a mente das pessoas. E o que fazer? Confiar em Deus. Não tem outra saída? A construção de uma sociedade fraterna acabou de vez no Brasil?
Mín. 21° Máx. 39°