
O que é uma manchete? Uma manchete é o título principal, de maior destaque, em um jornal, revista ou site de notícias. Ela resume o fato mais importante da edição e usa letras grandes para atrair a atenção do leitor. Mas o destaque está em outras óticas? Atualmente, tudo depende das vertentes defendidas ou de interesse dos donos do poder? Certo mesmo é que, menos dias ou mais dias, algo vai vindo à tona.
O Globo amanheceu com uma manchete: “Esquerda, Centro ou Direita? Teste ideológico do Globo indica a sua posição política.” Entre lá e vejam o tipo de perguntas para definir se você é de esquerda, centro ou direita.
Vocabulariamente, o que definem os dicionários sobre o significado destes termos? O que é um esquerdista? É adotar uma posição política e ideológica que coloca a busca pela igualdade social e a justiça coletiva no centro das decisões. Quem se identifica com esse espectro defende que o Estado deve atuar ativamente na economia e na sociedade para reduzir as diferenças de renda, proteger os mais vulneráveis e garantir direitos básicos a todos.
Muito cuidado ao fazer buscas em IA – Inteligência Artificial! E por qual motivo? O consenso geral entre os bons intelectuais é que o conteúdo produzido por IA, em sua grande maioria, é de tendência esquerdista. Mas prossigamos: o que é um ser humano que defende ideias da direita? Uma pessoa que defende ideias da direita apoia um espectro político que valoriza a liberdade econômica, o individualismo, a responsabilidade individual, o conservadorismo nos costumes e um Estado mínimo ou limitado na economia. Essa postura geralmente vê as hierarquias sociais como naturais ou inevitáveis e prioriza o livre mercado.
Apoio à economia de mercado livre, com pouca ou nenhuma interferência do governo. Defesa de que o governo deve ser limitado, cuidando apenas de funções essenciais, como segurança e justiça. Preferência por impostos mais baixos e privatização de empresas estatais. Crença de que o sucesso financeiro e social depende do esforço e do mérito de cada indivíduo. Valorização da família tradicional, de costumes históricos e de valores religiosos. Ênfase na segurança pública, na lei, na ordem e no respeito às instituições estabelecidas. Foco nas escolhas pessoais e na autonomia privada em detrimento de planos coletivistas.
E os de centro? Moço, meio-termo não precisa escrever sobre isso. Queremos saber é das manchetes do dia. “Governo fica sem verba para pagar R$ 105,5 bi em despesas; Saúde e Educação são mais afetadas.” O valor inclui gastos programados para 2026 e faturas herdadas de anos anteriores. O Ministério do Planejamento diz que a restrição não é definitiva e pode ser revista para atender necessidades específicas.
A notícia é de Daniel Weterman, do Estadão. E diz mais: somando todos os ministérios, o governo tem R$ 330,9 bilhões em despesas não obrigatórias para pagar neste ano, incluindo o Orçamento de 2026 (R$ 226,3 bilhões) e os chamados restos a pagar, ou seja, faturas de anos anteriores que ainda não foram quitadas e estão “penduradas” (R$ 104 bilhões).
Enquanto isso, olha só o que traz a Folha de S.Paulo: “Lula troca conselheiros de estatais e dá cargos a aliados com extra de até R$ 31 mil por mês.” A matéria é de autoria de Luany Galdeano e Mariana Brasil. E dizem mais: o governo Lula (PT) indicou 28 novos membros para conselhos de administração de empresas estatais, em abril e maio deste ano, na esteira de mudanças ministeriais ditadas pelo calendário eleitoral. Entre os nomeados, há assessores, secretários e aliados dos antigos ministros. Outros 61 cargos permanecem vagos nos conselhos.
É pouco ou quer saber um pouco mais? Na função, os titulares dos conselhos receberam até R$ 31 mil em um único mês em honorários, gratificação paga por participarem das reuniões nas empresas. Quando somado à remuneração mensal de servidores, o valor recebido supera o teto do serviço público de R$ 46,3 mil. Eita, Brasil, que sabe bem gastar? Querem é se reeleger não importa se o Estado vai quebrar ou não?
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