
O empresário Ricardo Magro, controlador da refinadora Refit, voltou ao centro das atenções após o ministro Alexandre de Moraes determinar a inclusão de seu nome na difusão vermelha da Interpol, mecanismo internacional utilizado para localização e possível prisão de investigados procurados pela Justiça.
A medida atende a pedido da Polícia Federal e ainda depende de validação formal da própria Interpol. Caso o pedido seja aceito, Ricardo Magro poderá ser localizado e preso em qualquer um dos 196 países integrantes da organização policial internacional.
Ricardo Magro é empresário do setor de combustíveis e principal nome ligado à Refit, refinadora privada instalada no Rio de Janeiro. A empresa atua no mercado de derivados de petróleo e ganhou relevância nacional nos últimos anos dentro do setor energético brasileiro.
Magro construiu forte presença empresarial no ramo de distribuição e refino de combustíveis, tornando-se conhecido nos bastidores econômicos e políticos do país.
Nos últimos anos, porém, sua trajetória empresarial passou a ser acompanhada de sucessivas investigações envolvendo suspeitas de crimes tributários, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
O nome de Ricardo Magro aparece ligado a investigações envolvendo um suposto esquema bilionário de sonegação fiscal no setor de combustíveis.
Segundo as investigações da Polícia Federal e do Ministério Público, o grupo econômico investigado teria utilizado estruturas societárias complexas para ocultação de patrimônio, dissimulação de bens e movimentação irregular de recursos para o exterior.
As autoridades estimam que o esquema investigado possa envolver cerca de R$ 56 bilhões em impostos sonegados.
A investigação também mira suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e utilização de empresas para dificultar o rastreamento patrimonial.
Recentemente, operações da Polícia Federal tiveram como alvo empresários, operadores financeiros e agentes públicos ligados ao setor de combustíveis no Rio de Janeiro.
Até o momento, as autoridades brasileiras tratam Ricardo Magro como investigado com paradeiro indefinido no exterior. A inclusão de seu nome na difusão vermelha da Interpol ocorre justamente para permitir localização internacional e eventual prisão preventiva caso seja encontrado fora do Brasil.
As informações divulgadas até agora indicam que ele deixou o país durante o avanço das investigações federais. No entanto, oficialmente, ainda há etapas formais para consolidação do pedido internacional de captura.
Ricardo Magro já vinha sendo alvo de investigações relacionadas ao setor de combustíveis há alguns anos, principalmente em apurações sobre fraudes tributárias e operações financeiras suspeitas.
O caso ganhou maior repercussão após operações recentes da Polícia Federal envolvendo empresários do ramo de combustíveis no Rio de Janeiro. As investigações avançaram sobre possíveis esquemas de ocultação patrimonial e movimentações financeiras internacionais consideradas suspeitas.
Durante uma das operações, o ex-governador Cláudio Castro também foi alvo de mandados de busca e apreensão no contexto das apurações.
A Polícia Federal apura a existência de um conglomerado econômico suspeito de utilizar empresas e estruturas financeiras para práticas como:
• Sonegação bilionária de impostos
• Lavagem de dinheiro
• Evasão de recursos ao exterior
• Ocultação de patrimônio
• Dissimulação de bens
As investigações seguem em andamento e os envolvidos terão direito à ampla defesa ao longo do processo judicial.
SEGUROS? O dormir e o acordar?
RODRIGO PANTALEÃO Advogado que pediu a condenação do próprio cliente é encontrado morto em SC; polícia aguarda laudos
IMPRENSA DE VERDADE! Pressão recorrente?
DIGNIDADE HUMANA Quando o trabalhador diz basta: o caso que parou uma fábrica em Minas Gerais
MPF MPF aciona Justiça para exigir cotas em programas de residência médica do Hospital Albert Einstein
O AMOR ESTÁ NO AR Thiago Brennand vai casar com a própria advogada: condenado por estupro sobe ao altar atrás das grades Mín. 21° Máx. 35°