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Brasil MAIS UMA CIRURGIA

MANGUITO ROTADOR: Bolsonaro já está em centro cirúrgico para operar ombro

Internado em Brasília, ex-presidente passa por procedimento no ombro enquanto histórico de complicações após a facada volta ao centro do debate

01/05/2026 às 13h22
Por: Douglas Ferreira
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Bolsonaro segue em sua via sacra para mais um cirurgia - Foto: Reprodução
Bolsonaro segue em sua via sacra para mais um cirurgia - Foto: Reprodução

A cena é clara. Hospital, centro cirúrgico, oração.

O ex-presidente Jair Bolsonaro entra para mais uma cirurgia. Desta vez, no ombro. Manguito rotador. Procedimento longo. Cinco horas entre preparo e operação.

Mas essa história não começa agora. Ela vem de longe. Vem de 2018.

Desde a facada, Bolsonaro nunca mais foi o mesmo fisicamente. Ali começou uma verdadeira via sacra. Internações, procedimentos, dores recorrentes, limitações. Uma sequência que parece não ter fim.

E não foi qualquer episódio. Foi uma tentativa de assassinato em plena campanha eleitoral, desferida por um militante de esquerda. Um marco que mudou o rumo da vida política e pessoal do então candidato.

De lá pra cá, o corpo cobra. E cobra caro.

Agora, mais uma vez, ele entra no centro cirúrgico. E, como se não bastasse o desgaste físico, ainda há o peso das restrições judiciais. Sem celular, sem comunicação direta. Isolado.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro cumpre o papel de ponte. Pede oração, informa o andamento, tenta tranquilizar.

“Seguimos em oração.”

Enquanto isso, o procedimento segue. Dois médicos, horas de cirurgia, um corpo que já enfrentou muito mais do que apenas problemas ortopédicos.

E o contraste chama atenção. De um lado, a figura política, polarizadora, cercada de debates e disputas. Do outro, o homem, fragilizado, passando por mais um capítulo de uma longa jornada de recuperação.

A política grita. Mas o corpo sussurra.

E, nesse momento, quem fala mais alto é o silêncio de um centro cirúrgico.

A cena é clara. Hospital, centro cirúrgico, oração.

O ex-presidente Jair Bolsonaro entra para mais uma cirurgia. Desta vez, no ombro. Manguito rotador. Procedimento longo. Cinco horas entre preparo e operação.

Mas essa história não começa agora. Ela vem de longe.

Vem de 2018.

Desde a facada, Bolsonaro nunca mais foi o mesmo fisicamente. Ali começou uma verdadeira via sacra. Internações, procedimentos, dores recorrentes, limitações. Uma sequência que parece não ter fim.

E não foi qualquer episódio. Foi uma tentativa de assassinato em plena campanha eleitoral, desferida por um militante de esquerda. Um marco que mudou o rumo da vida política e pessoal do então candidato.

De lá pra cá, o corpo cobra. E cobra caro.

Agora, mais uma vez, ele entra no centro cirúrgico. E, como se não bastasse o desgaste físico, ainda há o peso das restrições judiciais. Sem celular, sem comunicação direta. Isolado.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro cumpre o papel de ponte. Pede oração, informa o andamento, tenta tranquilizar.

“Seguimos em oração.”

Enquanto isso, o procedimento segue. Dois médicos, horas de cirurgia, um corpo que já enfrentou muito mais do que apenas problemas ortopédicos.

E o contraste chama atenção.

De um lado, a figura política, polarizadora, cercada de debates e disputas. Do outro, o homem, fragilizado, passando por mais um capítulo de uma longa jornada de recuperação.

A política grita. Mas o corpo sussurra.

E, nesse momento, quem fala mais alto é o silêncio de um centro cirúrgico.

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