
O Grupo Pão de Açúcar (GPA) e o Grupo Casas Bahia aprovaram a venda de suas participações nas instituições financeiras ligadas às duas redes para o Itaú Unibanco. O acordo envolve a Financeira Itaú CBD (FIC) e o Banco Investcred, consolidando o controle total das operações financeiras nas mãos do maior banco privado do país.
Pelo acerto, o GPA vai receber R$ 260,1 milhões pela sua participação na FIC. Já a Casas Bahia venderá suas fatias na FIC e no Investcred por R$ 266,1 milhões. Os valores ainda podem sofrer ajustes até a conclusão definitiva da operação, conhecida no mercado como “closing”.
O contrato também prevê que o Itaú comprará, no futuro, a participação indireta do Assaí na FIC. Essa etapa deve acontecer dois anos após o fechamento inicial do negócio. Toda a operação ainda depende do aval de órgãos reguladores, como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e o Banco Central.
Para o GPA e a Casas Bahia, a venda faz parte da estratégia de reduzir o endividamento e reforçar o caixa, além de abrir espaço para novos modelos de parceria nas lojas físicas e nos canais digitais. Já o Itaú fortalece sua presença no crédito ao consumo e amplia sua atuação junto a grandes redes varejistas, mantendo normalmente o atendimento aos atuais clientes durante a transição operacional.
CRISE ECONÔMICA Quebradeira empresarial: Brasil termina primeiro semestre com 6,3 mil empresas em recuperação judicial
GUERRA COMERCIAL Brasil perde força no braço de ferro com os EUA e Lula agora tenta reabrir canal com Trump
MERO JOGO DE CENA? Quem está blefando?
SALÁRIO MÍNIMO Novo salário mínimo de R$ 1.741 pode começar a valer em janeiro de 2027
CAOS ESTABELECEU-SE? Há riqueza maior?
CRISE ECONÔMICA Braskem acende o alerta: recuperação judicial vira retrato da crise financeira das empresas brasileiras
BANCO CENTRAL Pix sofre instabilidade e revela o tamanho da dependência do Brasil do sistema de pagamentos
CRISE ECONÔMICA Empresas em crise: quando a recuperação judicial vira o retrato de uma economia sufocada
REFORMA TRIBUTÁRIA Split payment: a reforma tributária pode tirar o imposto do caixa antes mesmo de a empresa respirar Mín. 25° Máx. 38°