
Olha só esta manchete: Brasil e EUA marcam nova reunião para falar sobre tarifaço. Segundo representante do governo, a iniciativa partiu do governo do republicano. O encontro está marcado para a próxima segunda-feira. A matéria foi postada na Folha de São Paulo por Mayara Paixão. E diz mais: Após o telefonema entre os presidentes Lula (PT) e Donald Trump na última semana, Brasil e Estados Unidos acertaram uma nova reunião virtual na próxima segunda-feira (31) para discutir a situação das tarifas impostas por Washington. Segundo um representante do governo que participa das tratativas informou à reportagem, a iniciativa partiu do governo do republicano. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, teria contatado o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, para organizar a conversa, a ser feita às 14h30. Certo mesmo é que não é Donald Trump que está blefando?
Conhece a série Lioness? Operação Lioness é uma série de espionagem e suspense criada por Taylor Sheridan. De que trata a terceira temporada? A terceira temporada de Lioness trata de quando a guerra e as ameaças invisíveis da CIA chegam finalmente à porta da casa da agente Joe McNamara (Zoe Saldaña). Mas não é tão somente isso; apenas vendo e revendo a série entenderás a diplomacia. Se possível veja todas as etapas da série e compreenderás um pouco a forma de atuação dos EUA, Rússia e China. Leia também um pouco mais sobre agências de inteligência.
Ultimamente, nobres leitores, já perceberam que todas as vezes que as coisas apertam por aqui no Brasil estão recorrendo a telefonemas a Donald J. Trump? Mas Trump e Lula são como água e óleo; não se misturam. Mesmo com “detergentes agindo e intermediando”? Nem mesmo assim. Qual o sentido de as coisas estarem apertando por aqui politicamente? Não tem outra explicação a não ser “os dólares americanos jorrando”, principalmente na velha e tradicional mídia? Dizeis, nobres fontes?
Quem está blefando? Moço, o que significa mesmo esta expressão? Dizer que alguém está blefando significa que essa pessoa está fingindo ter algo (como força, poder, recursos ou cartas melhores) que, na realidade, não possui, com o objetivo de enganar ou intimidar os outros. A palavra vem do pôquer, onde um jogador aposta alto mesmo tendo cartas fracas, fazendo os adversários acreditarem que ele tem um jogo excelente e os levando a desistir.
E no dia a dia? Significa fazer ameaças ou promessas que não podem ser cumpridas, fingindo coragem ou recursos para conseguir uma vantagem. Fontes internacionais afirmam que Donald J. Trump está fechado com Flávio Bolsonaro, mas não pode é revelar diretamente, pois, sem revelar, já tentam (Lula e seu governo) tirar proveito com a narrativa da soberania e tentando jogar os brasileiros contra os Estados Unidos da América; agora, imaginem se o presidente dos Estados Unidos revela o seu candidato no Brasil? Flávio, em suas visitas, “ofereceu” justamente o que os States tanto desejam e querem? Parceria confiável e sem desconfianças?
Certo mesmo é que Donald J. Trump é que não está blefando. Olha só esta notícia veiculada no Estadão: “Embaixador nomeado por Trump afirma que ‘vai trabalhar com quem vencer eleição no Brasil’”. Daniel Perez nega que pretenda se envolver com campanha eleitoral no País, um temor do governo Lula. A matéria foi postada por Felipe Frazão.
Escolhido por Donald Trump como futuro embaixador dos Estados Unidos no Brasil, o ex-presidente da Câmara de Deputados da Flórida, Daniel Perez, do Partido Republicano, negou que pretenda se envolver com as eleições presidenciais no País. Na diplomacia norte-americana, quando algo é tornado público, não é porque é justamente o contrário do que desejam dizer e expressar?
Donald J. Trump, até o momento, não perdeu uma na América Latina; por qual motivo perderia no Brasil e justamente para quem o “xinga, esbraveja e está sempre o esculhambando por onde passa”? Se tem blefe neste jogo, não é o de Donald J. Trump? Sabe o que realmente é certo e não apenas jogo de cena?
Olha o Estadão novamente aí, gente! “‘Qualquer empresa com dívida alta vai se esborrachar’, diz o reestruturador Ricardo K.” Especialista afirma que atualmente um quarto de um total de 380 companhias não consegue nem pagar o juro da dívida.
A matéria foi postada por Renée Pereira. Para Ricardo Knoepfelmacher (mais conhecido como Ricardo K.), sócio da RK Partners, responsável pelas principais reestruturações no Brasil, companhias muito alavancadas vão precisar reorganizar suas dívidas, seja por meio de recuperação extrajudicial, seja judicial. Segundo ele, hoje um quarto das empresas da Bolsa não consegue nem pagar o juro da dívida, quanto mais amortizar a dívida.
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