
Baixar? Sai um assunto de cena e adentram outros. É o alto custo de vida. É a instabilidade jurídica. É o endividamento geral. E a quebradeira no varejo e atacado vai continuar? O Brasil é hostil ao empreendedor, diz um dos editoriais do Estadão. O caso da derrocada da Casas Bahia ilustra as agruras de quem investe no País. Desde o custo proibitivo do capital até a insegurança jurídica, tudo conspira para complicar os negócios.
A Casas Bahia anunciou ter entrado com um pedido de recuperação judicial. Depois de oito trimestres consecutivos de prejuízos, a empresa apelou ao recurso para renegociar dívidas de impressionantes R$ 17,3 bilhões. É um cenário inimaginável para um grupo que chegou a ser a maior varejista do País, mas que ilustra bem as agruras de quem investe no Brasil, um país tradicionalmente – e cada vez mais – hostil ao empreendedor.
Esperando a poeira baixar? O que, de fato, significa esta expressão? Significa aguardar o momento em que uma situação de confusão, conflito ou turbulência se acalme antes de tomar qualquer atitude.
Origem da metáfora: a imagem vem de uma estrada de terra ou de uma briga em terreno seco, onde a movimentação levanta muita poeira, impedindo que as pessoas enxerguem com clareza. É esperar os ânimos esfriarem para conseguir pensar direito, conversar com calma ou decidir o que fazer sem agir por impulso.
Esperando a poeira baixar? O que diz um dos editoriais da Folha de S.Paulo: inexiste boa solução que mantenha o BRB estatal. Há impasse na negociação de empréstimo para salvar o banco, quebrado pelo envolvimento com fraudes do Master. A cautela do FGC é compreensível; socorro federal é inadmissível, e o DF erra ao sacrificar a população para manter a instituição.
Continua indefinida a concessão de empréstimo de R$ 6,6 bilhões para socorrer o Banco de Brasília (BRB), quebrado pelo envolvimento com as fraudes do Banco Master. Pudera: não há boa solução que mantenha a instituição sob controle estatal, como pretende o governo do Distrito Federal.
Diante da complexidade e do alto risco da operação, terminou sem avanços a mais recente audiência de conciliação no Supremo Tribunal Federal. As negociações continuam, mas nada sugere uma saída para o impasse que se arrasta há meses. O BRB chegou a essa situação ao amargar perdas estimadas em R$ 8,8 bilhões com a compra de carteiras de crédito do Master. Sem uma capitalização, o banco não se sustenta, mas o controlador não dispõe de recursos.
Quer notícias boas? Arquidiocese de Teresina ganha dois novos padres. A Arquidiocese de Teresina celebrou a ordenação presbiteral do padre Matheus Soares, na Paróquia São Francisco de Assis e Santa Clara, no bairro Piçarreira. Em Santa Missa presidida pelo arcebispo metropolitano e concelebrada pelo clero, o neossacerdote recebeu o segundo grau do Sacramento da Ordem, tornando-se presbítero da Igreja.
Dom Juarez e o Clero também celebraram a ordenação presbiteral do Padre Eurípedes Neto, na Paróquia São Paulo, Forania Norte I. Com o lema sacerdotal “Já não sou eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20), o neossacerdote recebeu o segundo grau do Sacramento da Ordem pela imposição das mãos de Dom Juarez Marques. Para o arcebispo metropolitano, a ordenação do novo sacerdote ganha um significado ainda mais especial por ter sido celebrada no dia da festa da Assunção de Nossa Senhora, modelo de entrega e de vida vocacionada.
Esperando a poeira baixar? O jovem rico baixou a cabeça e saiu entristecido. Pensou apenas nos bens materiais que possuía. É bom saber que a poeira neste mundo decaído nunca vai baixar. Que a alegria do Senhor também seja a sua força cotidiana!
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