
Quem, em sã consciência, é capaz de remar contra a maré? Existem pessoas de má índole na vida. Existem pessoas que nem de Deus são — dizem claramente os presbiterianos, de acordo com a teologia da eleição, inspirados no inteligentíssimo João Calvino. E tem mais: a metodologia segundo a qual “se você não pode vencer o inimigo, é melhor juntar-se a ele” não existe. A pessoa termina contraindo antivalores, e sua vida entra no mais profundo abismo.
Cada um tem seu estilo, mas o melhor estilo é o de saber recuar no momento certo e na hora certa. Há pessoas tão apegadas às suas funções que são capazes de tudo para se manterem em seu lugar conquistado a qualquer custo. A vida é um grande aprendizado. E nem só de pão vive o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. Quem desejar conquistar o mundo vai perder a sua vida. Então, é melhor perder a vida e ganhar o Reino dos Céus. E isso não é invenção de padres ou reverendos!
Remando contra a maré? Deus nos livre disso. Juízo é algo que advém de seguir a Jesus Cristo, Deus, sem hipocrisia. O prazer da carne é algo primordial para muitas pessoas, e o usufruto da mesma faz com que elas pratiquem atos abomináveis. Perdeu algo? Continue a sua vida. Mas sua assessoria jurídica é uma das melhores do mundo? Isso demanda tempo e dinheiro. Juízo é tocar a vida pra frente. Dinheiro é algo que se recupera. Imagem e excelente índole, dinheiro nenhum compra — e jamais comprará.
E tem mais: viver em meio a pessoas civilizadas não tem preço! Um ambiente seguro, certo de que tudo vai sempre acontecer sem delongas e sofrimento, é algo bacana; mantém você sempre entusiasmado. Já sentiu a sensação de alguém lhe dizer: “Estou com você e do seu lado”? Dez minutos depois, esquece o que falou e volta a dizer: “Estarei do lado X, ficarei com X”? É a natureza humana? João Calvino também explica isso direitinho!
Remando contra a maré? Homens públicos e em sã consciência jamais fazem isso. Nosso amigo Rafael Tajra Fonteles está transformando o Estado do Piauí através da educação, e não de meras falácias. A biruta (equipamento que indica a direção dos ventos) é o norte de todo e qualquer político que se preze e tenha sua vida constituída de valores! A educação deve ser pública e não particular, em qualquer estágio da vida. “Mas você não é um capitalista nato e defende o liberalismo econômico?” Lógico.
Mas sempre frisamos que educação, saúde e segurança devem ser mecanismos públicos de ascensão social, e é o Estado que deve comandar esses setores essencialmente. A abertura que deve existir é baseada no modelo dos Estados Unidos da América. No Brasil, a educação não é mais produtora de conhecimento, mas de “diplomas sem qualidade”, baseando-se apenas na exploração financeira dos mais simples e necessitados.
Remando contra a maré? Quem está fazendo isso? Precisa mesmo citar nomes? É público e notório. E estão tão ousados a ponto de acreditarem que falácias estão indo de encontro à maioria da sociedade. É século XXI! O jogo mudou. Os trabalhadores e pessoas de bem estão do lado da estrutura organizada da sociedade. O “nós contra eles” nunca funcionou e jamais funcionará.
Do jeito que o orgulho anda, é praticamente certa a vitória das oposições em nível nacional — e talvez até mesmo localmente. O local pode lograr êxito pelo excelente desempenho nas pastas de educação e segurança. Somente por isso. Nada mais é de fato relevante a ponto de entusiasmar até os aliados!
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