
Em coletiva nesta quarta-feira (6), o prefeito de Teresina, Dr. Pessoa, trouxe novos esclarecimentos sobre a investigação de um possível desvio milionário na Fundação Municipal de Saúde (FMS), revelando que a apuração partiu de sua própria determinação. Ele destacou a gravidade do caso e afirmou que não há espaço para omissão. “A caneta está cheia para exonerar envolvidos,” afirmou. Mas, a resposta mais adequada para esse questionamento talvez fosse; "qualquer responsável deverá prestar contas à Justiça, não apenas enfrentando exonerações administrativas".
Dr. Ítalo Costa, presidente da FMS, acrescentou que auditorias seguem em andamento e que o caso foi encaminhado ao Ministério Público Federal para garantir transparência. Costa enfatizou a prioridade de corrigir as falhas financeiras e recuperar valores possivelmente desviados, com o objetivo de destinar mais recursos à gestão da saúde pública.
A crise de financiamento na saúde do município foi apontada como um problema nacional, mas o foco agora, segundo Costa, é esclarecer este episódio em Teresina, cuja origem ainda está sendo apurada e pode remontar a várias administrações anteriores. Uma pergunta que não quer calar é quando a gestão atual identificou esse rombo? Afinal, seriam R$ 20 milhões.
A expectativa é que a investigação identifique desde quando e em quais gestões os desvios começaram. Costa reforçou que “as auditorias trarão respostas profundas e detalhadas,” mas que é necessário aguardar o término das análises para evitar conclusões prematuras.
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