
O governo de Israel recusou uma proposta de cessar-fogo de 21 dias, sugerida por Estados Unidos e França, em meio à escalada de tensões com o Hezbollah. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o chanceler Israel Katz confirmaram que o país seguirá com sua ofensiva contra o grupo militante libanês, priorizando a segurança de seus cidadãos no norte de Israel.
Ataques aéreos israelenses atingiram, nas primeiras horas desta quinta-feira, 75 alvos estratégicos do Hezbollah, incluindo depósitos de armamentos. Os bombardeios na cidade libanesa de Younine resultaram na morte de pelo menos 23 pessoas, a maioria mulheres e crianças. Além disso, o número total de vítimas dos ataques desde o início das hostilidades já ultrapassa 620, agravando ainda mais a crise humanitária no Líbano.
Enquanto o Hezbollah continua a lançar foguetes em direção a Israel, o governo israelense prepara uma possível incursão terrestre, intensificando os preparativos na fronteira. A recusa ao cessar-fogo mostra a determinação de Israel em neutralizar a ameaça do Hezbollah, mesmo diante da pressão internacional por uma solução diplomática.
O conflito, que já envolveu bombardeios mútuos e a mobilização de tropas, levanta preocupações sobre uma escalada mais ampla, colocando em risco a estabilidade de toda a região do Oriente Médio.
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