Meu Senhor e meu Deus! O que é isso, minha Nossa Senhora dos céus? As prioridades devem ser educação, saúde, segurança, transporte público etc. e tal. O que está acontecendo? Perderam de vez a sanidade? E todos eles? Não sobra mais nenhum sequer? A notícia do dia, não somente no Estado, mas em todo o Brasil, qual é? Há uma das manchetes “nacionais” que diz que o valor pago a algo ou a alguém daria para comprar não sei quantos itens em falta somente no setor de saúde. Acabou! Já era! Perderam a noção de tudo e de todos. Estão “morando em outro mundo”. Às vezes, por respeito ao país ou à inteligência, vez ou outra alguém ainda se atrevia a defender. Mas não tem como “abrir a boca e defender o indefensável”. Realmente, para quem acorda, faz sua boa caminhada ou corrida, ora bem cedinho e, em seguida, reflete sobre atos e acontecimentos, só resta pensar o seguinte: “Meu Deus, que mundo é este em que estão?”.
Quais as prioridades? Nos dias de hoje, há gente que, se tiver uma gripe um pouco mais acentuada, entra em pânico. Há gente que, ao levar um corte, já tem receio de procurar os setores de saúde estaduais e nacionais. É somente a saúde local (com boa gestão) que ainda gera menos desconfiança? Enquanto isso, ocorreram, ocorrem ou ocorrerão pagamentos estratosféricos a algo ou a alguém? Cadê os setores que deviam fiscalizar tudo isso, meu Jesus? Onde anda o Arcebispo? Ninguém mais se pronuncia sobre fatos e acontecimentos relacionados à política nacional ou estadual? Como eles mesmos dizem, em linguagem corriqueira e nas rodadas de “esnobismo” por aí: “fiquem tranquilos, está todo mundo contemplado”. Pessoal, parem com loucuras. Houve, não há muitos anos, um ex-governador que ganhou uma eleição que todos diziam que jamais ganharia, com apenas poucos prefeitos ao seu lado. Resolveram entregar logo tudo de mão beijada? Já perceberam que também perderão as eleições até mesmo localmente? Sanidade, pessoal!
Quais são as prioridades? De um lado, quase 2.000.000 (dois milhões de reais) pagos; de outro, gente padecendo, morrendo, sofrendo, passando as noites em claro com medo de seus familiares ou amigos morrerem por falta de atendimento ou de material adequado e de qualidade. É a insanidade contaminando de cima abaixo? Começou em nível nacional e está se estendendo aos governos estaduais? De que estão valendo as orações feitas nas igrejas por essas mesmas pessoas que “autorizam uma barbaridade dessas”? O tempo da política do pão e circo não acabou? O que está por trás de tamanha “insanidade cometida”? A notícia está se espalhando como pólvora? Ninguém em sã consciência para prever o desgaste disso? Certa vez, quando éramos assessor de um governador, alguém com tamanha lucidez disse que o problema dos governadores e presidentes é que, quando ganham as eleições, somente escutam os bajuladores de plantão. Aí tudo, de fato, desanda!
Meu Senhor e meu Deus. Gente dos céus. O Brasil está virando uma França dos séculos XVI e XVII ou até mesmo XVIII? Há gente passando fome. O preço da carne aumentou. Tudo nos supermercados está subindo de preço. Para que servem as orações, meu Jesus? Não adianta ir à igreja e fazer tudo errado; há uma música que o povo exalta isso nestas horas e espalha o quanto pode. Quase 2.000.000 (dois milhões de reais)? É muito dinheiro! Daria para comprar, somente no setor de saúde, inúmeras coisas de que os próprios profissionais precisam para melhor atender a uma população cada vez mais sofrida. Somos adeptos da sabedoria. Somos admiradores da inteligência. Mas ninguém é louco o suficiente para defender o indefensável. Juízo, pessoal, pelo amor de Deus. Olhar somente para o próprio umbigo provoca derrotas. E "amigos" não socorrerão! Os primeiros a abandonar o barco serão os católicos?