
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o ataque recente realizado na Venezuela teve como alvo uma área portuária usada para o envio de drogas ao exterior. Em conversa com jornalistas, ele disse que houve uma “grande explosão” no local onde embarcações eram carregadas com entorpecentes e que a estrutura “não existe mais”. Até então, Washington falava apenas em uma “instalação do narcotráfico”, sem detalhar o tipo de alvo.
Segundo fontes ouvidas por veículos internacionais, o ataque teria sido conduzido por um drone e coordenado pela CIA. A operação pode ter sido a primeira ação desse tipo em território venezuelano, indicando uma escalada na pressão dos Estados Unidos sobre o regime de Nicolás Maduro. Informações preliminares apontam que a área estaria vazia no momento da ofensiva, evitando vítimas.
De acordo com a apuração divulgada pela imprensa americana, o alvo seria um cais usado pelo grupo criminoso Tren de Aragua para armazenar e preparar drogas antes do transporte. Barcos e estruturas teriam sido destruídos. Autoridades dos EUA não detalharam se houve participação direta das Forças Armadas ou apenas apoio de inteligência à missão.
O governo venezuelano não reconheceu oficialmente o ataque e segue sem comentar as declarações de Trump. A Casa Branca e a própria CIA também não se pronunciaram. O episódio ocorre após autorização recente para que a agência americana realizasse operações letais na Venezuela, o que eleva ainda mais o clima de tensão na região.
TENSÃO INTE Trump endurece o tom e ameaça: “O Irã deixará de existir” se romper cessar-fogo novamente
ESTREITO DE ORMUZ Novos ataques dos EUA elevam risco de guerra aberta no Oriente Médio
DESASTRE NATURAL 1430 mortos: Venezuela vive uma das maiores tragédias sísmicas de sua história
TERREMOTO VENEZUELA Venezuela vive corrida contra o tempo enquanto número de mortos chega a 920 e mais de 54 mil seguem desaparecidos
ITAMARATY Terremoto na Venezuela: tragédia deixa centenas de vítimas e atinge brasileiros
UMA ONDA AZUL América Latina desavermelha? Keiko Fujimori vence no Peru e amplia avanço da direita na região Mín. 23° Máx. 32°