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Relatório acusa equipe de Biden de encobrir declínio mental e falsificar atos presidenciais

Comitê da Câmara dos EUA afirma que decisões foram assinadas com autopen sem consentimento direto do ex-presidente

01/11/2025 às 17h25
Por: Wagner Albuquerque
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Foto: Reprodução
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Um relatório divulgado pelo Comitê de Supervisão e Reforma da Câmara dos Estados Unidos acusa a equipe do ex-presidente Joe Biden de ter ocultado seu declínio cognitivo e autorizado atos presidenciais falsificados durante seu mandato. O documento, apresentado pelo deputado James Comer, presidente do comitê, foi intitulado “The Biden Autopen Presidency: Decline, Delusion, and Deception in the White House” — traduzido como “A Presidência Autopen de Biden: Declínio, Ilusão e Engano na Casa Branca”.

De acordo com o relatório, assessores próximos de Biden teriam abusado do sistema autopen — que replica eletronicamente a assinatura do presidente — para validar ordens executivas, indultos e atos oficiais sem comprovação de autorização direta. O comitê sustenta que não há registro de que Biden tenha tomado pessoalmente todas as decisões atribuídas a ele, classificando o caso como “um encobrimento do declínio cognitivo do presidente”.

Entre os episódios citados estão perdões presidenciais concedidos a aliados e familiares, supostamente emitidos nos últimos dias do governo sem o aval direto do então presidente. O relatório também acusa o médico pessoal de Biden, Kevin O’Connor, de se recusar a realizar exames cognitivos e de ter invocado o direito constitucional de não responder às perguntas do Congresso. A comissão pede agora que o Departamento de Justiça, comandado por Pam Bondi, investigue se há base legal para anular atos assinados sem consentimento.

O texto ainda menciona que membros do alto escalão da Casa Branca — como Jeff Zients, Anita Dunn, Anthony Bernal e Annie Tomasini — teriam interferido diretamente nas decisões médicas e políticas do presidente, controlando rigorosamente sua agenda e limitando o contato até mesmo com outros líderes democratas. O comitê conclui que o governo Biden “operou à base de engano”, e chama o episódio de “um dos maiores escândalos da história dos Estados Unidos”.

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