
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reuniram neste domingo (26), em Kuala Lumpur, na Malásia, em paralelo à cúpula da Asean. O encontro, que durou cerca de 50 minutos, foi considerado “franco e construtivo” por ambas as delegações e teve como ponto central a negociação das tarifas norte-americanas sobre produtos brasileiros.
Trump sinalizou abertura para reduzir as tarifas “muito rapidamente”, mas não detalhou as condições para isso. Lula, por sua vez, destacou que o Brasil busca uma relação “extraordinária” com os EUA, ressaltando que não há razões para desavenças entre os dois países. Após a reunião, o chanceler Mauro Vieira confirmou que os americanos irão iniciar conversas bilaterais ainda neste domingo para tentar avançar nas tratativas.
Apesar de mencionar incômodo com as penas aplicadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Trump não levou o tema oficialmente à mesa. O foco esteve no comércio, nas tarifas e no interesse dos EUA em reforçar a parceria com o Brasil diante da influência crescente da China. O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou que uma aproximação Brasil-EUA seria mais vantajosa a longo prazo.
Além do comércio, Lula também se ofereceu para intermediar questões na América do Sul, defendendo a região como “zona de paz”. O presidente brasileiro disse acreditar que haverá avanços rápidos. Trump, por sua vez, demonstrou interesse em visitar o Brasil, enquanto Lula confirmou que pretende ir aos EUA “com prazer”.
DOIS PESOS... Gonet se antecipa à defesa de Lulinha e pede primeira instância, proteção que não deu aos acusados do 8 de Janeiro
DENÚNCIA NA EUROPA Cerco a Lulinha se amplia e denúncia chega ao Ministério Público da Espanha
NOTÍCIA DO MOMENTO? Somente se fala disso?
REFLEXÃO XX Domingo do Tempo Comum
O CONSCIENTE? Entre a Cruz e a Espada?
ESPIRITUALIDADE Qual é o seu plano?
TRAGÉDIA COLOMBIANA Tragédia na Colômbia: Terremoto deixa mais de 250 mortos; veja vídeo
DOUTRINA MONROE EUA resgatam Doutrina Monroe e anunciam que o domínio sobre as Américas não será mais questionado
DIREITOS HUMANOS Bashar al-Assad é condenado à morte e enfrenta o julgamento de uma era marcada pela guerra e repressão Mín. 24° Máx. 39°