
Um dos maiores assaltos da história recente do Museu do Louvre, em Paris, deixou a polícia francesa em alerta e chamou a atenção dos brasileiros. Entre as joias roubadas no dia 19 de outubro estavam peças que, no passado, pertenceram à família imperial brasileira. O conjunto incluía coroa, colar, brincos e um broche de safiras e diamantes avaliados em milhões de euros.
Segundo a pesquisadora Cláudia Thomé Wiite, entrevistada pela GloboNews, as joias passaram por um longo caminho antes de chegar ao Brasil. Elas foram da imperatriz Josefina, primeira esposa de Napoleão Bonaparte, e depois herdadas por sua filha, que as vendeu ao rei Luís Filipe, da França. O monarca presenteou a esposa, a rainha Maria Amélia de Bourbon, tia da imperatriz Leopoldina, que se casou com Dom Pedro I.
Com o tempo, o tesouro ficou sob a posse da família Orleans e acabou nas mãos de uma neta da princesa Isabel, bisneta de Dom Pedro II. Ela teria sido a última descendente da realeza brasileira a usar o conjunto de safiras, antes de sua venda para o Museu do Louvre no século XX.
O roubo, realizado em plena luz do dia por criminosos armados com ferramentas elétricas, levou oito peças de grande valor. Parte do conjunto original permaneceu no museu, já que brincos e broches da mesma coleção não foram levados. As autoridades francesas ainda investigam o paradeiro das joias históricas.
TENSÃO INTE Trump endurece o tom e ameaça: “O Irã deixará de existir” se romper cessar-fogo novamente
ESTREITO DE ORMUZ Novos ataques dos EUA elevam risco de guerra aberta no Oriente Médio
DESASTRE NATURAL 1430 mortos: Venezuela vive uma das maiores tragédias sísmicas de sua história
TERREMOTO VENEZUELA Venezuela vive corrida contra o tempo enquanto número de mortos chega a 920 e mais de 54 mil seguem desaparecidos
ITAMARATY Terremoto na Venezuela: tragédia deixa centenas de vítimas e atinge brasileiros
UMA ONDA AZUL América Latina desavermelha? Keiko Fujimori vence no Peru e amplia avanço da direita na região Mín. 23° Máx. 32°