
O ditado que afirma que "todo dinheiro do mundo para governo de esquerda é pouco" parece encontrar eco na realidade do governo Lula 3. Desde que assumiu o poder, o governo tem demonstrado uma tendência marcante ao gasto excessivo, uma postura que não passou despercebida pelo público e pelos críticos. O resultado dessa postura já se reflete nos déficits que surgiram em estatais anteriormente superavitárias e no rombo das contas públicas, que foram herdadas com um superávit de mais de R$ 56 bilhões.
A figura do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, simboliza essa política de tributação agressiva, a ponto de ser apelidado de "Taxad" pelos contribuintes. A revolta é evidente, e os memes que viralizam nas redes sociais são apenas um reflexo do descontentamento crescente. Mas o que motiva essa ânsia quase insaciável do governo em aumentar a arrecadação?
Na proposta orçamentária enviada ao Congresso Nacional, Haddad novamente recorre ao aumento de alíquotas como solução para tapar os buracos fiscais. O que chama a atenção, no entanto, é a falta de um discurso consistente sobre a contenção de gastos. Quando cortes são feitos, eles frequentemente atingem áreas sensíveis como saúde, educação, programas sociais e as obras do PAC. E o que fica no ar é a pergunta: por que o governo tem tanta dificuldade em economizar?
A resposta pode estar na própria estrutura do governo, que parece mais inclinada a gastar do que a economizar. A ideia de corte de gastos supérfluos raramente ganha espaço, e quando a austeridade é aplicada, ela atinge exatamente os setores que impactam diretamente a população. É como se a lógica fosse penalizar o cidadão comum enquanto os gastos governamentais com viagens ao exterior e outros luxos continuam sem uma justificativa palpável, sem retorno para a União.
O aumento de tributos proposto no orçamento será suficiente para cobrir as despesas caso o governo mantenha esse padrão de gasto? A resposta é incerta. O que se sabe é que, sem uma mudança significativa na política fiscal, a conta não fechará no final. O governo corre o risco de continuar sobrecarregando o contribuinte, gerando ainda mais descontentamento e, claro, uma nova onda de memes que expressam a insatisfação popular.
Em última análise, a pergunta que fica é: até quando o governo poderá sustentar essa postura perdulária sem que a estrutura fiscal desmorone? A resposta está nas mãos de quem paga a conta.
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