
A imagem do Brasil no exterior, sob o governo Lula 3, afunda em vexame atrás de vexame. Se em tempos anteriores o petista já colecionava desconfianças no cenário internacional, agora a situação se transformou em desprezo aberto. No Oriente Médio, o único país democrático da região, Israel, decretou Lula como persona non grata depois de suas declarações a favor do grupo terrorista Hamas e da comparação absurda entre a ação militar israelense e o Holocausto nazista.
Mas não parou por aí. Em mais um gesto que reforça sua proximidade com ditaduras e regimes autoritários, Lula alinhou o Brasil ao Irã, uma teocracia que nega o Holocausto e prega a destruição de Israel. O resultado? Um escárnio público: o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, publicou uma imagem criada por inteligência artificial retratando Lula como um fantoche manipulado pelo líder supremo iraniano, Ali Khamenei. Uma metáfora cruel, mas simbólica da forma como o governo brasileiro tem se posicionado no cenário internacional.
A crítica de Katz foi ainda mais dura: ao retirar o Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto (IHRA), Lula teria revelado sua “verdadeira face como antissemita declarado e apoiador do Hamas”. Uma acusação gravíssima contra o chefe de Estado brasileiro, que não apenas isola o país no cenário diplomático, mas também macula a imagem do povo brasileiro, que historicamente sempre manteve relações de amizade e cooperação com Israel.
O episódio expõe um traço recorrente do lulismo e do PT: a contradição de se apresentar como guardiões da democracia, enquanto abraçam ditaduras, regimes repressores e grupos terroristas. De Nicolás Maduro na Venezuela ao apoio velado a ditadores africanos, e agora com a subserviência ao Irã, o governo Lula se mostra como aquilo que Katz definiu em palavras: uma impostura.
O problema não é apenas diplomático. É estratégico. Ao se afastar de Israel, um dos polos tecnológicos mais avançados do planeta e parceiro histórico do agronegócio e da ciência brasileira, o governo Lula prejudica interesses econômicos e tecnológicos do próprio Brasil. Em troca, aproxima-se de regimes que oferecem nada além de discursos ideológicos, isolamento e vergonha internacional.
A grande pergunta é: até quando o Brasil será comandado por um presidente que prefere posar ao lado de ditadores e terroristas, em vez de defender os interesses e a dignidade da nação?
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