
O governo Lula 3 já mostrou a que veio: gastar como se o Brasil fosse um país rico, sem crise, sem miséria, sem prioridades sociais urgentes. É um governo que age como gastador compulsivo, queimando o suado dinheiro do contribuinte sem qualquer misericórdia. Bilhões vão para projetos culturais de qualidade duvidosa, para viagens internacionais sem resultado prático e para bancar artistas já consagrados, numa espécie de 'cala-boca', como se isso fosse resolver os problemas do povo brasileiro.
Um exemplo gritante dessa gastança desenfreada é a Lei Rouanet. Desde que Lula voltou ao poder, os gastos com a Rouanet dispararam, sem que o cidadão comum sequer sinta qualquer benefício. Você, brasileiro, viu alguma peça de teatro gratuita? Algum show chegar à sua cidade? Algum filme patrocinado pelo governo que tenha mudado sua vida? Nada. Esse dinheiro, que sai do suor do povo, parece só circular na bolha da elite cultural e artística ligada ao petismo, que se calam diante da tragédia ambiental, política e econômica que toma conta do país.
Os números falam por si. No primeiro ano de Lula 3, em 2023, a quantidade de projetos culturais “incentivados” pela Lei Rouanet saltou de 2.681 em 2022 para 10.726 - um crescimento de 300%. O valor total também explodiu: mais de R$ 2,3 bilhões foram torrados apenas no primeiro ano.
Em 2024, o governo conseguiu bater seu próprio recorde histórico: 14.221 projetos já aprovados, e mais de R$ 3 bilhões gastos com renúncias fiscais para patrocinar cultura. Enquanto isso, o povo ainda espera picanha e cerveja prometidas na campanha.
Com o Ministério da Cultura sob comando de Margareth Menezes, a gastança não dá sinais de freio. Só em 2025, já são 3.815 novos projetos aprovados, somando impacto de R$ 786,7 milhões no orçamento. E a gastança só cresce.
Julho nem bem começou e já foram liberados mais 189 projetos, boa parte deles com pouca relevância para o cidadão comum e qualidade duvidosa. O pior é que produtores culturais sérios e respeitados, bem como artistas populares encontram dificuldade na aprovação de seus projetos.
Durante os quatro anos do governo Bolsonaro, foram aprovados 13.791 projetos pela Lei Rouanet. Já no curto período de dois anos e meio do Lula 3, esse número já dobrou, atingindo a marca de 28.762 projetos. Alguém sabe explicar porque?
O governo Lula gasta como se o Brasil fosse um país rico. Torra sem pena, sem critério, o dinheiro que sai do bolso dos brasileiros que madrugam para trabalhar, que pagam impostos pesados, que não recebem nada em troca. Essa é a triste realidade: um governo perdulário, que trata o orçamento público como se fosse um cartão de crédito sem limite para bancar a própria narrativa. E por falar em cartão de crédito. A quantas andam a gastança com os cartões corporativos do 'primeiro casal'?
Lula prometeu transparência e criticou duramente os sigilos de Jair Bolsonaro durante a campanha de 2022, mas, na prática, repete e até piora a mesma fórmula que condenava. Nos dois primeiros anos de governo, o petista aumentou os gastos ocultos com o cartão corporativo e manteve o sigilo de 100 anos sobre essas despesas, impedindo que a população saiba como o dinheiro público está sendo usado. Em 2023, chegou a anunciar a intenção de acabar com a prática, mas a promessa não saiu do papel, evidenciando mais uma vez o abismo entre o discurso de palanque e a realidade do Planalto.
Essa postura é uma afronta ao contribuinte brasileiro, que trabalha duro para sustentar uma máquina pública cada vez mais perdulária e opaca. Enquanto as contas estouram e a população aperta o cinto, o governo Lula continua gastando mais e escondendo mais, mostrando que a indignação seletiva contra o sigilo só vale quando o adversário está no poder. A diferença é que, agora, muitos que criticavam Bolsonaro se calam diante do mesmo abuso, deixando o povo no escuro sobre para onde vai seu suado dinheiro.
Enquanto isso, a saúde pública continua com filas intermináveis, a segurança está nas mãos do crime e do narcotráfico, e o desemprego ainda assusta. Mas, na bolha cultural, sustentada com bilhões de reais, tudo vai muito bem, obrigado — tudo às mil maravilhas.
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