
O véu da ilusão parece ter caído de vez. O que a esquerda, parte do Supremo Tribunal Federal e a grande imprensa tentam esconder com narrativa e silêncio cúmplice - o colapso político e simbólico do governo Lula - agora atravessa fronteiras. A respeitada revista britânica The Economist publicou uma análise devastadora sobre o atual presidente do Brasil, expondo aquilo que grande parte dos brasileiros já percebe: Lula está em queda livre.
No texto, o presidente é descrito como um líder antiquado, desconectado da realidade, dominado por um entorno radical e, sobretudo, enfraquecido pessoal e politicamente. Para a Economist, Lula já não representa mais o Brasil moderno e tampouco tem fôlego para liderar uma nação em busca de estabilidade.
O episódio mais simbólico dessa decadência teria ocorrido durante a última reunião do G7, no Canadá. Ali, o comportamento errático e deslocado de Lula foi notado - e comentado - por lideranças mundiais. O presidente francês Emmanuel Macron teria rido às escondidas da postura bizarra do líder brasileiro, que parecia mais interessado em repetir slogans ideológicos do que dialogar com chefes de Estado em tom de estadista.
A leitura internacional apenas confirma aquilo que os dados mostram. A última pesquisa do instituto Futura revelou que apenas 23,9% dos brasileiros avaliam o governo Lula como ótimo ou bom, o pior índice desde o início de seu terceiro mandato. Enquanto isso, a reprovação já passa de 51%. Trata-se de um governo acuado, isolado e sem capacidade de reação.
Outro fator apontado como corrosivo para a imagem do governo é a atuação pública da primeira-dama Janja da Silva. Suas declarações polêmicas, sua insistência em protagonismo midiático e, mais recentemente, seus ataques à música sertaneja, são vistos até por aliados como comportamentos desastrosos que ajudam a afundar ainda mais a popularidade de Lula.
Comparada por Ciro Gomes a “Maria Antonieta tropical”, Janja tem sido vista por muitos como um dos símbolos da desconexão entre o Planalto e a realidade popular.
O desgaste não vem apenas da oposição - o governo Lula parece se autossabotar. Ministros como Rui Costa, Gleisi Hoffmann e Fernando Haddad protagonizam desgastes semanais, enquanto o presidente fala cada vez menos e representa cada vez menos.
Some-se a isso a sensação de autoritarismo institucional. No STF, ministros como Alexandre de Moraes e Carmen Lúcia defendem "regulações" que cheiram a censura, e a ministra chegou a classificar a população brasileira como “213 milhões de tiranos” - um comentário que, em qualquer democracia madura, geraria uma crise institucional.
A Economist não revelou algo novo. Apenas deu nome e forma ao que parte do Brasil já vive e sente: um governo nu, sem agenda, sem rumo e com vergonha escancarada. O projeto político que prometia união e reconstrução transformou-se em um enredo de isolamento, desgaste e autorreferência.
Lula já não lidera. Apenas ocupa um cargo - e cada vez mais isolado no cenário internacional e desacreditado internamente.
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