
O governo da Índia não descarta a hipótese de sabotagem no acidente com o avião da Air India que caiu no dia 12 de junho, logo após decolar do Aeroporto de Ahmedabad. A tragédia, que deixou pelo menos 279 mortos, está sendo investigada sob diversas frentes. Segundo o ministro-adjunto da Aviação Civil, Murlidhar Mohol, “todas as abordagens estão sendo analisadas” e o resultado da apuração deve sair nos próximos três meses.
A aeronave envolvida era um Boeing 787 Dreamliner, modelo conhecido por sua economia de combustível, conforto e grande alcance. Esta foi a primeira ocorrência fatal envolvendo esse tipo de avião, amplamente utilizado por companhias como Air India, Latam, British Airways, United Airlines e Qatar Airways. A queda levantou questionamentos sobre a segurança operacional, apesar do histórico confiável do modelo.
De acordo com o controle de tráfego aéreo, o avião decolou às 13h39 da pista 23 e logo emitiu um sinal de emergência, antes de perder completamente o contato. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento da queda em uma área residencial nas proximidades do aeroporto, causando destruição em solo.
O voo transportava 242 pessoas, e apenas uma sobreviveu ao impacto. Além disso, 38 moradores da região atingida também morreram, segundo um balanço provisório divulgado por autoridades locais. O caso segue sendo tratado como prioridade pelo governo indiano, diante da gravidade e das suspeitas em torno das causas do acidente.
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