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Legista descarta hipótese de agonia prolongada de Juliana Marins após queda na Indonésia

Exames apontam morte rápida por trauma severo no tórax; sinais de hipotermia foram descartados

27/06/2025 às 08h22 Atualizada em 29/06/2025 às 09h37
Por: Wagner Albuquerque
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O médico legista responsável pela autópsia de Juliana Marins, brasileira de 26 anos que morreu após cair no Monte Rinjani, na Indonésia, afirmou nesta sexta-feira (27) que não há indícios de que a jovem tenha agonizado por horas ou dias após o acidente. Em entrevista coletiva no Hospital Bali Mandara, em Denpasar, o dr. Ida Bagus Putu Alit declarou que Juliana faleceu em até 20 minutos após o impacto.

Segundo o laudo, Juliana sofreu um forte trauma nas costas, o que causou lesões graves na região torácica e uma hemorragia intensa dentro da cavidade do tórax. As lesões atingiram órgãos essenciais à respiração, o que teria levado à morte rápida. O legista explicou que o corpo não apresentava indícios de sofrimento prolongado, contrariando especulações feitas nas redes sociais.

A equipe médica também descartou a possibilidade de morte por hipotermia, mesmo com as roupas inadequadas que Juliana usava no momento da queda — calça jeans, camiseta, luvas e tênis — diante das temperaturas abaixo de 10 °C na altitude em que se encontrava. Não foram identificadas alterações características da exposição ao frio, como necrose ou escurecimento nas extremidades do corpo.

“A causa direta da morte foi o impacto. Não havia sinais periféricos de hipotermia. Foi uma morte por violência contundente, com sangramento interno significativo e rápida evolução para o óbito”, afirmou Alit. O caso gerou grande comoção no Brasil e ainda levanta questionamentos sobre as condições do resgate e a resposta das autoridades locais.

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Rawl Ferreira de Abreu e SilvaHá 1 ano TeresinaEsse legista, com certeza, irá dizer o que não venha a comprometer seu país e a negligência claramente percebida no socorro da brasileira. Dizer que ela não sofreu? Paciência.
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