
O mundo está diante de uma encruzilhada histórica. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em seu segundo mandato, lançou nesta segunda-feira (16/6) um ultimato direto e contundente ao regime iraniano: “O Irã NÃO PODE TER UMA ARMA NUCLEAR. Todos devem evacuar Teerã imediatamente!”. A declaração, feita em sua rede Truth Social, não é blefe, nem teatro político. Trump fala sério — e a guerra parece iminente.
Nas últimas horas, cresce a expectativa global por um ataque militar ao Irã. Analistas e jornalistas de diversas partes do mundo acreditam que os Estados Unidos e Israel devem lançar uma ofensiva contra o programa nuclear iraniano a qualquer momento. A dúvida que paira: será uma ação exclusivamente israelense com retaguarda americana ou um ataque coordenado entre as duas potências?
O contexto é alarmante: o Irã tem avançado silenciosamente em seu programa nuclear, provocando o temor de que esteja a poucos passos de obter a bomba atômica. Trump, que sempre defendeu uma linha dura contra o regime dos aiatolás, não parece disposto a tolerar mais avanços. Segundo o próprio presidente, o Irã “desperdiçou a chance de evitar consequências”, ao não assinar acordos anteriores.
A movimentação de tropas americanas indica que o ultimato tem base concreta. O porta-aviões USS Nimitz foi deslocado do mar do Sul da China para o Oriente Médio, juntando-se ao USS Harry S. Truman, já posicionado na região. Bombardeiros, aviões-tanque e sistemas de apoio aéreo estão em prontidão. A Marinha americana está com duas forças-tarefa completas no Golfo Pérsico.
Embora o Departamento de Estado negue envolvimento direto nos ataques israelenses recentes, a logística de guerra dos EUA está claramente operando em sincronia com Tel Aviv.
O cenário na região é explosivo. O Irã acusa Israel de ataques a alvos estratégicos, incluindo uma central nuclear e a emissora estatal. Em resposta, Teerã lançou mísseis contra alvos israelenses e prometeu retaliações "sem precedentes". Há relatos de mais de 200 mortos nas últimas 48 horas.
Enquanto isso, civis fogem da capital iraniana, voos são cancelados, rodovias bloqueadas e cidades entram em estado de alerta máximo. O caos se instala mesmo antes da guerra começar oficialmente.
Embora ainda improvável, há especulações de que um ataque coordenado e bem-sucedido dos EUA e de Israel possa desencadear uma crise interna no Irã, enfraquecendo o regime dos aiatolás. Setores jovens e liberais da sociedade iraniana, que já demonstram insatisfação com o autoritarismo vigente, poderiam ganhar força em meio à instabilidade. Mas isso depende da extensão do conflito — e do custo humano.
Esta não será uma guerra localizada. Um conflito direto entre o Irã e os EUA/Israel pode arrastar o Hezbollah no Líbano, milícias xiitas no Iraque, os Houthis no Iêmen e aliados de Teerã na Síria. O Golfo Pérsico, essencial para o abastecimento global de petróleo, pode se tornar palco de confrontos e sabotagens. O impacto econômico seria imediato.
A comunidade internacional, incluindo Europa, China e Rússia, tenta conter a escalada — mas parece impotente diante de um Trump decidido a não permitir que o Irã se torne uma potência nuclear.
TENSÃO INTE Trump endurece o tom e ameaça: “O Irã deixará de existir” se romper cessar-fogo novamente
ESTREITO DE ORMUZ Novos ataques dos EUA elevam risco de guerra aberta no Oriente Médio
DESASTRE NATURAL 1430 mortos: Venezuela vive uma das maiores tragédias sísmicas de sua história
TERREMOTO VENEZUELA Venezuela vive corrida contra o tempo enquanto número de mortos chega a 920 e mais de 54 mil seguem desaparecidos
ITAMARATY Terremoto na Venezuela: tragédia deixa centenas de vítimas e atinge brasileiros
UMA ONDA AZUL América Latina desavermelha? Keiko Fujimori vence no Peru e amplia avanço da direita na região Mín. 23° Máx. 32°