
Liderança é como avião em turbulência: se o piloto não souber o que está fazendo, todo mundo passa mal. A coisa começa a desandar quando três pilares essenciais - comunicação estratégica, escuta ativa e tomada de decisões assertiva - são esquecidos no fundo da gaveta. E aí, meu amigo, a gestão entra em parafuso.
Se você já teve um chefe que:
- Dá trabalho demais para a equipe e depois some;
- Toma decisões piores do que escolher filme na Netflix;
- Fala, fala, fala, mas ninguém entende nada;
- Adora humilhar a galera na frente dos outros;
- Promete mundos e fundos e entrega um boleto;
- Toca o barco sem direção, tipo GPS bugado;
- Não sabe o que é feedback sincero.
Parabéns, você já conheceu um péssimo líder! Mas calma, qualquer semelhança com políticos por aí é mera coincidência (ou não).
O exemplo mais recente dessa receita de desastre atende pelo nome de Lula da Silva. Seus assessores já não disfarçam e sussurram pelos corredores frases como “ele não é mais o mesmo” ou “parece um celular sem atualização”. O presidente tenta segurar a cara de paisagem, mas a verdade é que sua popularidade despenca mais rápido que dieta na segunda-feira.
O problema? Decisões atrapalhadas, falta de planejamento e discursos que desafiam a lógica. A cada aparição pública, ele tropeça no português, na matemática e até na geografia. Troca nomes, atropela falas e entrega suas intenções sem querer. Parece que a estratégia de comunicação dele veio com defeito de fábrica.
Se o drama da popularidade não o assombra tanto, seus adversários políticos com aprovação recorde certamente sim. Enquanto pesquisas mostram que ele perderia hoje para Bolsonaro em nível nacional, no Paraná ele seria derrotado até por Ratinho Jr, Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas - uma verdadeira gangorra política.
Enquanto isso, governadores da oposição estão sorrindo de orelha a orelha com números que fazem inveja:
Caiado: 86% de aprovação;
Ratinho Jr: 82%;
Ibaneis: 74%;
Tarcísio: 69%.
A maior surpresa é que até no Nordeste, onde Lula sempre foi imbatível, a coisa está virando. Em Pernambuco e na Bahia, a reprovação já ultrapassa a aprovação. E agora, José? Ou melhor, e agora, Lula?
Para fechar com chave de ouro, o Paraná Pesquisas apontou que Sérgio Moro, o pesadelo petista, venceria o governo do Paraná em primeiro turno. Quem diria, hein? Parece que o jogo virou.
Moral da história: liderança não é só sobre tomar o cargo, mas sobre saber pilotar o avião sem derrubar todo mundo no processo. E, pelo visto, tem gente que perdeu as aulas de voo.
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