
A má gestão tem consequências. Teresina sentiu isso na pele sob o governo desastroso de Dr. Pessoa, que fracassou em praticamente todas as áreas e terminou sua passagem pela prefeitura de forma melancólica, rejeitado pela população e humilhado nas urnas. Agora, o Brasil enfrenta um cenário semelhante sob o governo Lula III, que repete os erros da velha política, jogando o país em uma crise econômica e social profunda.
Os números não mentem. O Piauí lidera o ranking nacional de famílias dependentes de programas sociais, reflexo direto de administrações ineficientes que não geraram oportunidades e deixaram a população refém do assistencialismo. Em 2022, 266 mil residências piauienses tinham moradores inscritos no Bolsa Família e programas similares, enquanto quase 48 mil famílias ainda aguardavam na fila para receber o benefício.
Os dados mais recentes do IBGE apresentam um cenário ainda mais alarmante para o Piauí. Em 2023, quase metade da população (45,3%) vivia em situação de pobreza, enquanto cerca de 70% estava abaixo do índice nacional de instrução (73,1%), de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Essa realidade não é coincidência, mas resultado de gestões que falham em criar empregos, atrair investimentos e desenvolver a economia local. O discurso do governador Rafael Fonteles, reconhecidamente o "menino de Lula", parece estar em descompasso com a cruel realidade da fome no Estado.
O contraste com administrações competentes é evidente. Na década de 1990, Wall Ferraz, em seu terceiro mandato, fez de Teresina um modelo de gestão pública eficiente, conquistando o título de melhor prefeito do Brasil. Sua administração priorizou o planejamento estratégico com uma equipe eminentemente técnica, investiu na infraestrutura e melhorou a qualidade de vida dos teresinenses, garantindo crescimento e desenvolvimento sustentável. O sucesso de sua gestão provou que é possível governar sem depender exclusivamente de políticas assistencialistas.
Infelizmente, o mesmo não pode ser dito de Dr. Pessoa e Lula III. O ex-prefeito de Teresina deixou um rastro de obras inacabadas, problemas na saúde pública e desorganização administrativa. Seu sucessor, o também médico Sílvio Mendes herdou uma dívida estimada em mais de R$ 1 bilhão. Já o governo federal, em vez de buscar soluções reais, insiste em aumentar impostos, expandir gastos públicos descontroladamente e sufocar o setor produtivo. Nunca antes na história desse país se viu um governo tão perdulário. O resultado é o mesmo: uma população cada vez mais dependente de auxílios, sem perspectivas de crescimento.
Aliás, faltam perspectivas de melhora e sobram indícios de que a situação tende a piorar. O governo que prometeu picanha e entregou abóbora agora orienta o povo: "se o produto está caro, não compre". O problema é que tudo está caro. Além da carne fora do alcance, os brasileiros têm dificuldade até para colocar na mesa itens básicos como arroz, açúcar, ovos e café. Já a classe média, sufocada pelo aumento dos combustíveis, também não vê horizonte de alívio.
Lula lá, Dr. Pessoa cá. Dois governos decadentes. Como se diz no Nordeste: uma gestão é "imprialzinha" à outra. A diferença? Mesmo fora do poder, Pessoa pode circular livremente pela cidade sem ser hostilizado. Já Lula, preso em sua bolha, só recebe a visita de sempre: Janja.
Teresina conseguiu se livrar da incompetência da gestão de Dr. Pessoa nas urnas, mas o Brasil segue preso ao ciclo de erros de Lula III. A lição está dada: um país ou uma cidade não avançam com discursos vazios e promessas populistas, mas com gestão eficiente, planejamento e compromisso real com o futuro da população.
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