
Se o Ocidente, especialmente no meio acadêmico, soubesse o que o Hamas realmente faz para impor sua ideologia, dificilmente levantaria qualquer bandeira em defesa desse grupo terrorista. As acusações que pesam sobre seus integrantes são de uma brutalidade chocante, com relatos de estupros, assassinatos de mulheres e pessoas LGBTQIA+. O massacre de mais de 1.300 pessoas, ocorrido em 7 de outubro do ano passado, é apenas uma amostra do terror que o Hamas impõe. E essa violência não é direcionada apenas aos israelenses: o povo palestino também é vítima, sendo há décadas usado como escudo humano por esses criminosos.
A morte confirmada de Yahya Sinwar, chefe do Hamas e um dos terroristas mais procurados do mundo, trouxe à tona a prática covarde de transformar civis, inclusive crianças, em escudos humanos. Sinwar foi o responsável pelo ataque que chocou o mundo, executando jovens em uma rave, além de mulheres, crianças e idosos. As forças israelenses, após um ano de operações, conseguiram localizá-lo e eliminá-lo, como parte de um esforço contínuo para desmantelar as lideranças do Hamas.
A eliminação de Sinwar nas entranhas da Faixa de Gaza é um símbolo de que o terror não será tolerado. A mensagem é clara: quem pratica ou apoia atrocidades como essas não será poupado. Como dizem nas redes brasileiras, "CPF cancelado".
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