
É possível? Quase impossível. A diversidade é muito ampla. Dias desses, nos apegamos a tentar aprender de tudo um pouco e, depois de algumas horas, tivemos que descansar um pouco mentalmente. É muita coisa. Dez horas por dia não dão nem para começar algo e sistematizá-lo. Nos dias atuais, temos que focalizar. É continuar com os clássicos e mesclar um pouco com o conhecimento dito moderno e contemporâneo.
E quanto aos idiomas? Latim, alemão, italiano, francês, espanhol e inglês; deve-se priorizar o idioma internacional mais utilizado. O inglês não somente para falar, entender, ouvir e compreender, mas também para escrever e redigir. A sistematização do conhecimento reformado e calvinista, em sua maioria, advém do inglês. Mas e as traduções? Por melhor que seja o tradutor, nunca é igual a ler a partir da fonte primária. Visão experiencial!
Epa, mas há recursos para isso? No contexto financeiro? Aí é que está o problema da República Federativa do Brasil. Muitos possuem recursos materiais e bastante tempo, mas não os utilizam para o que de fato é necessário. Na trajetória da Presidência da República, você sabia que a maioria das autoridades sempre precisa de tradutores? Caramba, que vergonha!
O que significa uma pessoa ter recursos e tempo e não investir em seu avanço cultural? Preguiça. Necessariamente, muita preguiça. E isso é, atualmente, de cima para baixo, como diz o honesto e brilhante jornalista Augusto Nunes quase que diariamente, quando acontecem fatos de verdadeira vergonha nacional. Quando desce, aí é que a “esculhambação é geral”. Senadores, governadores, deputados federais e estaduais, entre outros, não sabem nem falar o português corretamente; imagine falar outros idiomas.
E sabe o que de fato se necessita? Crença em Deus, força de vontade e tempo. Bastam apenas 15 minutos por dia, e pode-se falar, escrever, entender e compreender, no mínimo, cinco idiomas. E tem gente que gasta uma fortuna apenas para aprender um! Sistematizando conhecimento? O que é mesmo isso? A sistematização do conhecimento é o processo de organizar, estruturar e registrar informações e vivências de forma lógica e coerente. Ela transforma dados brutos e saberes informais em um conhecimento acessível, útil e fácil de ser compreendido, compartilhado ou aplicado.
É por isso que, humildemente, gostamos do livro físico e da nossa biblioteca. O conhecimento sistematizado gera ganho de tempo e agilidade. Com o tempo, até mesmo quando um livro desaparece ou simplesmente alguém o “pediu emprestado e não devolveu”, sabemos imediatamente, apenas pelo olhar das várias e inúmeras estantes. Mas conhecimento sistematizado sem a prática cotidiana serve para quê? Essa é uma pergunta muito em voga no momento. E geralmente costuma vir de pessoas que não possuem o mínimo de amor ao conhecimento e ao saber. Já percebestes isso? Gosto é algo que não se discute.
O certo mesmo é agradecer a Deus pela excelente formação recebida. E lembro bem do que um nobre sábio costumava dizer: “Meu filho, conhecimento é a única coisa no Brasil que não lhe roubarão”. Ave Maria. Jesus Cristo. É, amigos, o conhecimento salva, liberta e faz bem! Mas, para ler, estudar e aplicar a Palavra de Deus, requer-se conhecimento sistematizado? Também. E por que não? A teologia sistemática é um grande avanço tanto no catolicismo quanto no protestantismo. Mas o mais importante não é a prosperidade? Isso é coisa de gente sem argumento e sem conhecimento sólido. Falar o que costumeiramente a maioria das pessoas deseja ouvir não é a “arma dos enganadores”?
O certo mesmo é que começou a Copa do Mundo de Futebol, e junho será apenas o mês da Copa e das festas juninas. Noticiário político-eleitoral somente em agosto ou setembro? E olhe lá. Estão fazendo de tudo para promover a “redução de custos” e não encarar de frente o eleitorado em 2026? Eis a realidade! atual?
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