
As exportações brasileiras feitas por carga aérea cresceram 43% no primeiro trimestre de 2026, na comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados divulgados pelo Ministério de Portos e Aeroportos, o valor das mercadorias embarcadas chegou a US$ 5,8 bilhões entre janeiro e março deste ano.
Os principais destinos das cargas brasileiras foram Estados Unidos, Canadá e Suíça, que juntos concentraram quase metade das exportações aéreas do país. Entre os produtos mais enviados estão medicamentos, máquinas, equipamentos eletrônicos e cargas consideradas de alto valor agregado.
Ao todo, o transporte aéreo de cargas movimentou 308,7 mil toneladas no Brasil durante o primeiro trimestre, somando operações nacionais e internacionais. No mercado externo, foram transportadas 207,5 mil toneladas, número estável em relação ao mesmo período de 2025. As aeronaves cargueiras tiveram crescimento de 10,9%, enquanto os aviões mistos, usados para passageiros e cargas, registraram queda de 9,3%.
No mercado doméstico, a movimentação total chegou a 101,2 mil toneladas, uma redução de 1,5% na comparação anual. Apesar disso, as aeronaves cargueiras apresentaram avanço de 18,3% no período. Já os aviões mistos tiveram retração de 11,2%, refletindo mudanças na dinâmica do transporte aéreo brasileiro ao longo de 2026.
CRISE ECONÔMICA Quebradeira empresarial: Brasil termina primeiro semestre com 6,3 mil empresas em recuperação judicial
GUERRA COMERCIAL Brasil perde força no braço de ferro com os EUA e Lula agora tenta reabrir canal com Trump
MERO JOGO DE CENA? Quem está blefando?
SALÁRIO MÍNIMO Novo salário mínimo de R$ 1.741 pode começar a valer em janeiro de 2027
CAOS ESTABELECEU-SE? Há riqueza maior?
CRISE ECONÔMICA Braskem acende o alerta: recuperação judicial vira retrato da crise financeira das empresas brasileiras
BANCO CENTRAL Pix sofre instabilidade e revela o tamanho da dependência do Brasil do sistema de pagamentos
CRISE ECONÔMICA Empresas em crise: quando a recuperação judicial vira o retrato de uma economia sufocada
REFORMA TRIBUTÁRIA Split payment: a reforma tributária pode tirar o imposto do caixa antes mesmo de a empresa respirar Mín. 21° Máx. 38°