
Eis a pergunta elementar. O contexto é esse a ser abordado? Certo mesmo é que nada de errado aconteceu? A velha máxima jesuítica do bem maior e do mal menor é o que deve ser observada? Alguns mexeram com dinheiro público e outros com dinheiro de cunho privado. Afinal, o que todos fazem com tanto dinheiro? A vida do povo brasileiro, de bem, honesto e sofrida, é um verdadeiro “Deus os acuda”? Não é por estes e demais motivos que a América Latina se diz tão religiosa? Somente resta recorrer a Jesus Cristo, Deus. E o clero católico sabe muito bem disso e, em suas reuniões ou encontros internos, fala disso abertamente, até mesmo orientando seus pares: “Não se sensibilize, amigo, muito cuidado; estão participando hoje porque estão em sofrimento, e cuidado com os golpes (conversas fiadas) que podem jogar para cima de você e lhe enganar”. Isso é comum até mesmo nos seminários católicos, onde se aprende sobre isso: sempre venha nós e vosso reino nada. E dar-lhe o empurrão de rifas, bingos, quermesses etc. Tá pensando que quem está ali em cima dos altares é gente boba? Bem formada e inteligente!
Observação: Comunidades Canção Nova e Shalom crescem em razão de possuírem Clero sadio e de acordo com o Evangelho.
O que fazem com tanto dinheiro? Nas religiões, e especialmente no catolicismo, ainda se veem obras de caridade (hospitais, creches, orfanatos, escolas, universidades, bolsas de estudo etc.), enquanto em muitas igrejas que se dizem evangélicas não se vê nada de obras sociais, e ainda se critica abertamente aquelas que desenvolvem algum trabalho de ajuda aos pobres e necessitados. Qual a razão do introito? O mundo está contaminado, até mesmo as igrejas que se dizem de Cristo Jesus, Deus. Existe mundo maior do viver de aparências do que o mundo político? Não se precipite: tem gente que vai ser atingida e talvez nem candidato seja, e não é o filho de Bolsonaro. O que estão dizendo que Flávio recebeu, e foi para o filme sobre o pai e não para ele; é fichinha comparado ao que realmente virá. Tudo está muito cedo: cinco meses antes das eleições, e bombas virão. Certo mesmo é que assusta muita gente; mas não deviam ficar assustados. É do mundo político a troca de favores. O que muitos não sabiam era aproveitar a “fome dos políticos” profissionais. Aí apareceu um banqueiro expert em saber o que todos de fato precisavam. E usou a estratégia de saciar "a fome" de todos?
O que fazem com tanto dinheiro? Não é essa a pergunta que o povo está fazendo nas ruas. O que estão a perguntar é o porquê de dois pesos e duas medidas. Teve gente que literalmente roubou e continua a roubar — e o que aconteceu? Não recebeu o maior de todos os prêmios que se pode receber em uma nação? Mas não é bom esquecer que o povo, vira e volta, se pergunta: o que fazem com tanto dinheiro? E quem é cristão se pergunta ainda mais: como podem viver desta forma sabendo que existem milhões que acordam e não possuem nem um café digno para tomar? E ainda existem religiões que, ao invés de criticar os políticos profissionais, incutem na cabeça do povo que o sofrimento é dom de deus. Só se for de deus mesmo, porque de Deus não é. Jesus Cristo, Deus, quer e deseja que seu povo viva fartamente e feliz — e que o obedeça realmente! O ser humano é realmente complexo. Uma coisa é certa: nada tirará do povo a esperança de mudança.
O que fazem com tanto dinheiro? Essa pergunta devia ser feita a quem, nos dias atuais, vive de forma nababesca. Existem pessoas que não tinham onde cair mortos e hoje vivem viajando pelo mundo constantemente. A máxima jesuítica do mal menor e do bem maior deve ser devidamente aplicada neste contexto. Foi dinheiro para enriquecimento pessoal? Foi dinheiro recebido para um objetivo maior? Mas, mais do que a máxima jesuítica, deve-se aplicar a Sagrada Escritura: é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino dos Céus. O problema é que ninguém mais acredita no Reino dos Céus. Todos desejam desfrutar da vida já nesta terra e costumam até espalhar aos quatro cantos: “Vida somente se tem uma. Juízo pessoal. Inferno existe. Juntai tesouros onde a traça não pode destruir e os ladrões não os podem roubar!”
A Bíblia aborda as riquezas com equilíbrio, advertindo sobre a ganância e valorizando o contentamento e a generosidade. Versículos-chave destacam que a verdadeira riqueza é espiritual, e os bens materiais são passageiros. A riqueza não deve ser o foco principal da vida, mas sim o Reino de Deus. Deus não condena a posse de bens, mas o apego excessivo a eles (avareza). A sabedoria e a misericórdia de Deus são consideradas as maiores riquezas:
Juízo com o ter, o poder e o prazer! Vigiai e Orai sem cessar!
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