
O que são sinais perceptíveis? São estímulos, pistas ou manifestações que podem ser reconhecidos e interpretados pelos sentidos humanos (visão, audição, tato, olfato e paladar) ou por meio de instrumentos de medição. Na prática, é tudo aquilo que deixa de ser abstrato ou oculto e passa a ser notado claramente.
O 7 de setembro foi um dos sinais? Certo mesmo é que as derrotas não se apresentam claramente apenas no dia ou nos dias anteriores? Seria o cansaço, o fadigamento? Outros dizem que o sistema, essa palavra figurada que todos invocam, não deseja mais; simplesmente não querem. É questão fechada que começa a reverberar. Na verdade, ninguém aguenta mais pessoas sem nenhuma índole moral conduzindo a vida de milhões de pessoas? O conceito de honestidade é existencial!
Nossa, ufa! E isso foi apenas o introito? Em outras palavras, a imprensa, mesmo disfarçadamente, já “começou a operar”. Sabe aquele “cheiro de poder”? O de um novo poder ou o velho poder renascendo? Será o “dedo dos States”? Coisas simplesmente que acontecem no mundo político e não há quem consiga controlar. Até mesmo os mais insanos sabem que é algo irrecuperável. E perderam porque “cavaram e continuam cavando a perda”. Mas, enquanto ainda respiram, não custa nada “sugar o pouco que resta”? É sempre assim que as forças realmente de poder costumam operar. Afinal, o sacramento vitorioso somente depois das divulgações oficiais? Falando em parábolas? Olha só o Estadão aí, gente! E escrevendo sem medos.
Moraes e Andrei se utilizaram de Estado paralelo para fustigar inimigos. Andrei Rodrigues pode ter liderado um esquema para bisbilhotar inimigos e ainda compartilhar as informações colhidas com Alexandre de Moraes.
Eis a opinião de Fabiano Lana, publicada no jornal O Estado de São Paulo (Portal): “Não é à toa que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, em que afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, cita o livro 1984, de George Orwell, uma distopia em que um Estado autoritário monitora diariamente a vida pessoal dos cidadãos para punir suas supostas transgressões. Ao que tudo indica, com o Alexandre de Moraes, o policial se utilizava de um Estado paralelo para monitorar adversários, aumentar o poder dentro do governo e, nos últimos dias, provavelmente, para se defender das acusações que envolvem o banqueiro Daniel Vorcaro, Andrei Rodrigues, de alguma forma, vinha se livrando de tudo o que envolvia Vorcaro.
Esteve na primeira edição de uma degustação de vinhos promovida pelo Banco Master, em 2024, juntamente com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e outros. Seria grave. Mas a falha acabou se relativizando simplesmente por Andrei não estar na lista milionária de remunerações do gângster mineiro, que inclui gente de todas as esferas de poder e de todas as ideologias. E tem mais? Basta apenas acessar o Estadão!”
Moço, e os perceptíveis sinais? Perguntem ao povo. Endividamento crescente, elevado custo de vida e o próprio povo parcelando até o pagamento de água, telefone, gás, internet e gasolina no cartão de crédito não já são os sinais perceptíveis?
A bandalheira política, dizem que sempre existiu; agora, o grande problema é o cansaço físico e mental pela luta da sobrevivência. Quando o povo, em toda e qualquer classe social, percebe claramente os desastres no bolso, aí, nobres leitores, já era.
Mas as “caixas das compras das mercadorias” não estão sendo preparadas “diariamente e prontas”? Já foi o tempo em que isso fazia milagres. Primeiro, porque é crime grave; segundo, porque o povo tem os celulares nas mãos; e, em terceiro, porque “o próprio povo recebe”, e quem quiser que se lasque. É século XXI. O mundo agora é tecnológico!
Quem é “louco” para cobrar o crime cometido? Já dizem as velhinhas nas paróquias: o povo tem sua sabedoria, e se engana quem imagina que o povo é “fartamente enganado” e simplesmente tudo fica ou ficará por isso mesmo!
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