É o que será uma visita com marcação para fotos? Ou teriam coragem de entregar as terras raras em troca de assegurarem as eleições? Donald J. Trump é presidente dos norte-americanos, e todos sabem disso; a primícia são os americanos. A questão é: quem estará “ludibriando alguém”? É muito mais fácil alguém enganar ou ser enganado? Certo mesmo serão as fotos tiradas e apresentadas ao mundo como algo realmente significativo. Isso é deslealdade? E existe lealdade no mundo político? O que fontes fidedignas garantem é que pode ser apenas mero jogo de cena. O candidato de confiança de Donald J. Trump não é o que será recebido no dia de hoje. Mas não teve a “interferência de um certo bilionário”? Esse daí faz tempo que a CIA e o FBI começaram a virar e revirar tudo em que eles adentram financeiramente. Algo realmente muito estranho há nesta “visita”?
Expectativa frustrada? O desespero não é capaz de tudo? Toda pré-campanha ou campanha não precisa de novas “ilustrações”? Brigas não deram certo? Talvez imaginem que, entregando o que os Estados Unidos da América atualmente possuem em menor quantidade que a China — até o momento, terras raras —, tudo será solucionado como em um passe de mágica. E, internamente, como resolver os problemas? Atacando “antigos aliados” que resolveram se libertar das tiranias impostas? E, nos bastidores, já se fala que é apenas a primeira das inúmeras outras operações a serem realizadas contra quem não se submeter ao que desejam e almejam. O que mais se destaca não é o aparelhamento das instituições? Em Brasília, não se fala em outra coisa, a não ser na possibilidade de o adversário do atual presidente da República Federativa do Brasil vencer logo no primeiro turno. O mundo político se afastou de vez e não quer mais saber do atual presidente.
Política é construção. E movimentações do establishment são o que determinam as vitórias. Mas as “batidas” não são fruto do caso Master? É isso que está pegando: qual a razão de atacar primeiramente alguém que é presidente de um partido político? O momento não é de definição de alianças? É bom as pessoas não se emocionarem rapidamente. A ponta do iceberg não está apenas começando a aparecer? Quem tiver maior capacidade de “definir rotas”, consequentemente, não aglutinará mais os apoios devidos? Desandou de vez. O Centrão não costuma gostar de ser atacado indevidamente. Somente depois de a poeira baixar é que se saberá, de fato, o que realmente está acontecendo em plena véspera de sexta-feira — dia em que os holofotes costumam ser impulsionados. As operações de quinta não frustraram as expectativas para as manchetes da velha mídia na sexta-feira ou em todo fim de semana? Não já se foi o tempo em que as pessoas meramente liam o que aparecia nas primeiras páginas dos ditos jornalões?
Expectativa frustrada? O que é isso mesmo, moço? Uma expectativa frustrada ocorre quando a realidade não corresponde àquilo que você idealizou, planejou ou desejou. Isso gera um sentimento de decepção, tristeza ou frustração, que surge da diferença entre o que foi imaginado e o que realmente aconteceu. Quem mais está precisando de algum acontecimento impactante neste momento: o presidente dos Estados Unidos da América ou o presidente da República Federativa do Brasil? Interlocutores do ex-presidente não já pactuaram com o atual presidente Donald J. Trump? Os norte-americanos, especialmente os presidentes, gostam de relações confiáveis e não meramente ocasionais. Terminarão por “conseguir o que realmente desejam”, principalmente em termos de “reservas minerais”, e ainda este ano se “livrarão de um incômodo e bipolar aliado”? O tempo é senhor da razão. Política externa é algo muito sério, e a máxima de que dinheiro resolve tudo nunca funcionou com os nobres yankees!