Vitória inédita e histórica da oposição? O Senado Federal mostrou altivez? Certo mesmo é que a abertura da caixa de ferramentas não resolveu a questão. A derrota é o sinal de que os políticos profissionais já sabem para onde os ventos estão a soprar. Temos batido nesta tecla: a governabilidade realmente acabou. O consórcio perdeu a “parada”, como costuma dizer o povo nas ruas.
A derrota é do Presidente da República Federativa do Brasil e de integrantes da mais alta corte jurídica do país. A instituição STF ganha com a não aceitação da indicação. Mas o contexto não é de atribuição de derrotas, mas de circunstancialidades? Certo mesmo é que a próxima indicação de um ministro do Supremo será apenas em 2027. O clima não é favorável a nenhuma nova indicação ainda neste ano de 2026. O Senado não surpreendeu apenas o governo, mas toda a sociedade?
Há 132 anos não tínhamos esta situação. Quebrou-se um símbolo? A próxima deixa é a votação da cassação de algum ministro do Supremo? Neste ano, jamais. Mas muitos ministros do STF — Supremo Tribunal Federal —, a partir de agora, vão deixar de dobrar as apostas.
O cenário não é favorável ao governo federal. O cenário não é favorável às esquerdas? Política é algo relevante, mas atemporal? Certo mesmo é que o próximo sabatinado a uma vaga no Supremo não terá mais a segurança de aprovação imediata.
Qual o significado de rejeição? Rejeição é o ato ou efeito de não aceitar, recusar, desprezar ou repudiar algo ou alguém. Pode ser um sentimento de desvalorização em relações sociais e familiares, um termo médico para a resposta imune contra transplantes ou a não conformidade de produtos. É uma experiência humana universal que gera dor emocional e insegurança. Qual o motivo de colocar rejeição? O fato de que todo bom cristão não deve sair comemorando “derrotas”. Como será, a partir de agora, a vida do rejeitado? O certo é orar (rezar) para que sua vida se recomponha.
Eis a realidade! Em fim de feira? É o que os políticos, profissionais ou não, estão a dizer nas entrevistas. O STF — Supremo Tribunal Federal — é uma instituição muito séria e deve funcionar independentemente de “ligações a governos”. Em fim de feira é o governo federal que se encontra, a partir de agora.
Pressões existirão até mesmo para uma nova indicação ainda este ano? É algo muito arriscado. Se os nomes que serão apresentados ainda forem à votação neste ano, a derrota será certeira novamente? Já há quem diga que a derrota de Messias é uma pré-derrota de um certo candidato a presidente. É o que analistas e comentaristas renomados estão a afirmar. A fragilidade é tamanha que não há espaço para uma nova indicação de qualquer nome que seja? O tempo é senhor da razão.
O que significa a expressão “fim de feira”? A expressão refere-se ao momento final das feiras livres, quando os comerciantes vendem as últimas mercadorias, geralmente com preços muito baixos (promoções) e qualidade inferior. Também conhecido como “xepa”, o termo denota o restante de produtos perecíveis.
Em política, a expressão “fim de feira” significa fim de governo. Ingovernabilidade total? Quem conhece os poderes sabe do que se trata. Até mesmo portas não serão mais abertas antecipadamente? E os puxa-sacos de plantão já começam uma verdadeira articulação para que tenham espaço no próximo governo?
O ser humano é algo peculiar. Segurança e confiança somente em Cristo Jesus, Deus — eis o que expressa a Sagrada Escritura cotidianamente para todos aqueles que a leem diariamente. Mas alguém sempre costuma renascer das cinzas? Há coisas que realmente não costumam acontecer!