Tem dúvidas sobre isso? Qual o partido que mais recebeu novos deputados? A política é algo muito sério; não é apenas relacionada a dinheiro, como muitos não somente imaginam, mas passaram a crer piamente nisso. Política envolve articulações, sondagens de ventos e, por mais que muitos desprezem o povo, o mesmo é decisivo. São nas bases que quem tem poder de fato recebe “o oxigênio” necessário para sobreviver.
Mas é Semana Santa? Faz tempo que o mundo mundano não liga mais para isso. A “Semana Santa” passou a ser uma das semanas mais lucrativas em termos de turismo, e não apenas religioso, mas de lazer e entretenimento. É no período da chamada “Semana Santa” que mais o streaming lucra e é amplamente assistido. E onde ficou a perspectiva de poder?
Contra fatos não existem argumentos sólidos. O sistema já escolheu o seu preferido. Mas a velha mídia já começou “a fabricar pesquisas” que não condizem com a realidade? Seria a tentativa de salvar alguns redutos ou tentar abocanhar o que nunca conseguiram? E quem ainda acredita em “pesquisas encomendadas na velha mídia”? A toada seguirá a mesma. 2026 é completamente diferente de 2022.
O salto individual no que diz respeito à religiosidade e autonomia por parte da população chegará a ser alvo de pesquisas futuramente? O brasileiro tem gostado de viver sua vida sem interferência de governos, de igrejas, de sacerdotes, padres e pastores. O nível de concepção política da população brasileira evoluiu de tal forma que quem acreditar apenas “e tão somente em dinheiro” vai realmente “quebrar a cara”.
O povo será capaz de “receber” e não “entregar a mercadoria”. E Teresina é um dos maiores exemplos de que ninguém está eleito antes da confirmação da Justiça Eleitoral. Agregar com humildade e empatia é decisivo em tudo!
É a perspectiva de poder? É isso mesmo que está a agregar e unir. Quem liga para “pseudopoderes”, principalmente em finais de mandatos? No mundo político profissional, o que vale é a perspectiva de poder. No jogo de xadrez da política, o que importa é o posicionamento, e não meramente “o dinheiro e os benefícios”.
O mundo político profissional “recebe” e segue a vida; quando chega a hora H, vai para onde desejar. Alguém teve, tem ou terá a coragem de “cobrar algo”? Tudo isso, em códigos de leis, é crime — e crimes graves. Então, quem decide são os “caciques”. Nem sempre quem está ao lado é do mesmo lado.
Há gente que, em período eleitoral, aparece em um local pela manhã, em outro à tarde e, à noite, já está presente em outros redutos. E, se houver mais uma reunião na madrugada, é ainda capaz de comparecer e reafirmar apoios. Mas, em um mundo cheio de câmeras, como justificará?
“Somos pessoas públicas; devemos estar onde o povo está”, dizem com a cara mais limpa. E quem vai dizer algo?
A política é feita de sinais. E os sinais são demonstrados durante o encaminhar de fatos e acontecimentos. Afinal, para que existem as “equipes de trabalho e coordenações” de pré ou até mesmo de campanhas eleitorais? Não seria para impulsionar e fazer cair nas graças do povo quem está lhe “pagando religiosamente” os seus salários?
É daí que derivam as perspectivas de poder. Quando chega um determinado período em que todos estão indo para o mesmo lado, pronto: já era, acabou. Resta apenas acompanhar o ritmo — uns sacramentando as vitórias e outros recebendo as derrotas.
Mas e as exceções às regras? Aí é que mora o perigo. As construções ou narrativas podem nem sempre corresponder à realidade dos fatos e acontecimentos. Então, quem já é tarimbado jamais conta vitória ou aceita derrotas antes da concretização das escolhas populares.Eis a ralidade do mundo político?