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Orgulho e prepotência?

Quem tem menos ou mais é que obterá êxito?

20/03/2026 às 09h03 Atualizada em 20/03/2026 às 09h16
Por: Josenildo Melo
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Foto: https://veja.abril.com.br/
Foto: https://veja.abril.com.br/

O que estas duas “características” provocam no ser humano? Alguém poderia estar no melhor dos mundos, cuidando de filhos e netos; mas o orgulho e a prepotência de não fazer substitutos podem resultar em derrota eleitoral e fazê-lo entrar para a história de forma “trágica”. Eis o mundo dos poderes e, de uma forma especial, o mundo político. São essas frases que atribuem. Outra, muito peculiar, é a tradicional: “é o sistema, ele (o sistema) é assim!”.

Quem já leu a história de Thomas Morus sabe que o contexto é bem diferente. Mas aí é que entra o aspecto religioso: o temor a Deus e o pensar nas coisas do alto; em tudo aquilo que não perece e muito menos é finito.

Há algo peculiar entre quem analisa e convive com os poderes terrenos há bastante tempo: o fato de que a maioria dos “tiranos”, que fizeram tudo para chegar ao poder, padece; o final nunca é dos melhores. É sempre algo que descontextualiza e faz até mesmo com que, depois das derrotas, faleçam poucos anos depois. E a culpa é de quem? Do orgulho e da prepotência, diz a Bíblia!

Qual a razão do introito? 2026 será tanto quanto foi a última eleição presidencial nos Estados Unidos da América? Muitos preveem justamente isso. Pela capa da revista Veja, é visível a diferença não apenas de idade, mas, sobretudo, dos campos de atuação. “Batalha pelo centro” é o título: Lula e Flávio Bolsonaro tentam amenizar os respectivos perfis radicais, moderam o discurso e fazem acenos a uma fatia do eleitorado que será decisiva na disputa pelo Palácio do Planalto.

Vocês concordam com esta manchete, nobres leitores? Não é coisa nossa, e muito menos de alguns, mas de quem de fato entende e analisa diariamente o mundo político profissional: existem dois lados completamente opostos, que, como água e óleo, não se misturam. A tendência é ninguém mais “engolir” as mesmas coisas que, de quatro em quatro anos, se “travestem” de algo que parecerá “novo”.

Certo mesmo é uma disputa muito acirrada. Institutos de pesquisas sérios chegam a dizer que quem levar essa “parada” não colocará mais do que apenas 3% ou 4% de vantagem final sobre o outro. O tempo é senhor da razão. Verás?

Orgulho e prepotência? Dos dois ou apenas de um lado? Quem somos nós para tecer algo sobre isso? O contexto é a análise dos termos pelo nobre leitor, para que cada um tire suas próprias conclusões.

Quem, em sua história política, expressou muito mais estas duas “características” que nem um bom cristão deve possuir de forma acentuada? A velha mídia caiu nas mãos dos “banqueiros” não apenas nos últimos anos de sua fatídica sobrevivência? Muitos dizem, em off e até mesmo publicamente, de forma cotidiana, em programas independentes, que a velha mídia ainda não afundou por completo por estar “demasiadamente pendurada” nas mãos dos “bancos”.

Ilações não são nosso forte. Costumamos trabalhar em cima de fatos e acontecimentos. Mas uma coisa é certa: você ainda conhece alguém que assina jornais ou revistas impressas? Praticamente todos dirão que não. O domínio da informação foi alterado. A questão da TV aberta é apenas questão de tempo para ser completamente tomada por futebol e igrejas evangélicas.

Enquanto isso, somente a conceituada e influente Revista Oeste já possui cerca de 120.000 (cento e vinte mil) assinantes. E o programa diário, no YouTube, Oeste Sem Filtro é visto e ouvido, por dia, por mais de 100.000 (cem mil pessoas) ao vivo e, em outros horários, bate diariamente entre 620.000 e 1.400.000 (seiscentos e vinte mil e um milhão e quatrocentos mil) ouvintes/telespectadores, a depender do tema abordado.

Está vendo como o Brasil mudou também midiaticamente? Os portais, nos dias atuais, representam número considerável, e isso pode ser medido diariamente. Em suma, essa “coisa de fazer descer goela abaixo” algo ou alguém não cola mais. É século XXI. E o século vinte e um está repleto de indpendência e imparcialidade?

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Sobre Josenildo Nascimento Melo é jornalista, estudou direito, é Bacharel em Serviço Social pelo ICF - Instituto Camillo Filho. É também licenciado em Filosofia pelo ICESPI - Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí.
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