Mas o que de fato significa “sucumbir”? Verbo transitivo indireto e intransitivo: perder uma batalha; deixar-se vencer: sucumbia ao cansaço; sucumbiu sem ânimo para continuar. Etimologia (origem da palavra sucumbir): o verbo sucumbir deriva do latim succumbere, que significa perder, ser vencido, deixar de existir, morrer.
Na verdade, o medo é um alerta e não necessariamente significa, ou significará, falta de coragem. Pimenta nos olhos dos outros é refresco? Certo mesmo é que “o medo” está desaparecendo das redações dos principais veículos de comunicação do país, seja por motivos circunstanciais ou simplesmente porque a velha mídia percebeu que extrapolou (alguns Ministros do STF) todos os limites e que um dia isso iria respingar sobre seus jornalistas. O STF (parte de seus ministros, e não a instituição) – Supremo Tribunal Federal – passou a ser manchete cotidiana, não mais apenas da mídia alternativa, mas também dos grandes conglomerados de comunicação.
O medo sucumbiu? Eis o que diz a capa da cada vez mais lida e influente Revista Digital Crusoé: Os donos da bola – família Mendes projeta poder sobre a CBF – Confederação Brasileira de Futebol –, o que ameaça atrapalhar a organização do futebol brasileiro. Há não muito tempo, quando uma de suas capas "trouxe" um ministro do Supremo, automaticamente “mandaram suspender” as matérias. Hoje ainda existe isso? Pode até existir quem tente, mas a repercussão é imediata e simultânea em todos os veículos de comunicação. A última demonstração de “perseguição a jornalistas” resultou em projeção nacional e internacional de um profissional de imprensa maranhense. É século XXI. Depois da internet, tudo se espalha imprevisívelmente. É nesse sentido que o medo está a sucumbir.
O medo sucumbiu? Vorcaro se compromete com PF e PGR a “abrir o bico”: eis uma das matérias de O Antagonista (portal que repercute a revista digital Crusoé). Ex-banqueiro assina termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal e é transferido para a sede da corporação em Brasília. E diz mais: Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, assinou um termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República e a Polícia Federal, documento que abre formalmente o caminho para a negociação de um acordo de colaboração premiada. O ex-banqueiro foi transferido da Penitenciária Federal de Brasília para a Superintendência da PF no Distrito Federal, onde as tratativas devem avançar. A assinatura do termo de confidencialidade representa o início de um processo com fases bem definidas. Num primeiro momento, o ex-banqueiro se reúne com seus advogados para organizar os fatos que pretende apresentar às autoridades. Só após esse trabalho interno é que a defesa passa a discutir o material com a PGR – Procuradoria-Geral da República – e a PF – Polícia Federal. É o Ministro (Do STF e da Palavra de Deus), André Mendonça; restaurando a credibilidade da instituição Supremo. Pense em um ministro querido pela sociedade! O povo "enche a boca" de forma orgulhosa ao falar de André!
O medo sucumbiu? Não se trata meramente do aspecto etimológico do termo. A questão é que ninguém aguentava mais. E quem insistir em narrativas irreais “vai ficar falando sozinho” e praticamente abandonado. O mundo político profissional funciona assim. Isso é desde que o mundo é mundo. Há quem, ainda hoje, imagine que tudo vai terminar em pizza, mas é um ledo engano. O Brasil não mudou, como muitos dizem jocosamente. Na verdade, pode-se aproveitar essa expressão no sentido de frisar que realmente não mudou e não mudará nunca, pois essa é a índole do brasileiro: ser honesto e desejar que seu país seja conhecido e reconhecido por isso. No coração de todo brasileiro clama um desejo de justiça que muitos não imaginam e julgam de forma errônea. O povo e a sociedade brasileira, em geral, querem realmente um país sério e digno.