As “serpentes estão se movimentando”? Acreditam piamente no poder de eles mesmos resolverem toda e qualquer questão. Não possuem a humildade de perceber que já não dá mais. Ninguém os quer. O povo tem suas nuances. E, quando isso acontece no “imaginário popular”, já era. Em que resulta? No “descer a ladeira”.
Eis o que as manchetes já amanheceram repercutindo em todos os lugares, até mesmo na velha mídia. Já era. Acabou. E tudo isso é fruto de não reconhecer a oxigenação necessária de que o poder precisa. Até mesmo Cuba está ruindo? Será a próxima bola da vez? E essa coisa de “reunião secreta com militares”? Juízo é algo que, há muito tempo, anda em falta. Alguém precisa alertar que, mesmo com o “apoio do eixo do mal”, todos eles juntos passam longe de chegar perto do poderio militar norte-americano. Articulação vazia?
Serpentário em movimento? Mas o significado da palavra não é relacionado à produção de algo que vai curar? E não é nisso mesmo que acreditam? Que, mais uma vez, produzirão algo que vai acalmar o país novamente? Só que o Brasil mudou. Resolvem um problema; aparecem outros maiores ainda. A estratégia de “sacrificar um em detrimento do outro” está fadada ao fracasso. E a de “sacrificar os dois para colocar outros dois”? Também não vinga. Também não “anda”.
Em suma, o contexto da realidade atual não é de estratégias, mas da aceitação das estratégias. Aí, o que acontece? Tudo o que se trama, imagina e surge no “serpentário” não cola, não gruda, não pega; não dá certo.
Eita, e agora? O problema é o cansaço, o “mais do mesmo”, o desgaste que advém da própria população. O povo gosta de renovar suas esperanças e sonhos vãos de vez em quando? O povo é o povo. E a voz do povo não é a voz de Deus? O centrão já fez as suas escolhas. Serpentário: movimentos? Bastidores de Brasília em polvorosa? Certo mesmo é a delação premiada que está muito próxima? Tudo vai ser conduzido “em banho-maria”. O alvo do grupo que comanda todos os movimentos é colocar alguém que reze na cartilha deles? Fatigaram.
Depois de 30 anos, acreditam que o ciclo acabou. Querem sair das brigas ideológicas e acreditam que, depois de tudo isso, a nação vai avançar. Mas todo mundo não está “contemplado”? Jesus Cristo. Nossa Senhora! Essas perguntas nas mentes de novo?
O mundo político (profissional) não funciona assim. Favores, apoios, trocas etc. não são e nunca serão sinônimo de “fidelidade”. A cabeça do pessoal que realmente comanda o país funciona de acordo com o que está fluindo, “se passando silenciosamente” e sem alardes na sociedade. Muitos acham que a turma que costuma ganhar tudo vive apenas em Brasília? Muitos deles, homens realmente poderosos, possuem funcionários, empregados, colaboradores, pessoas que convivem com eles há muitos anos e, com certeza, transmitem, por meio de suas falas, o que o povo realmente está querendo, almejando, pensando e também confabulando.
Movimentos no serpentário? A velha mídia já começou a “plantar manchetes”? Mas vão libertar Bolsonaro e tudo vai se resolver? O maior escândalo da história financeira do país abalou, de fato, o sistema bancário brasileiro; eis o motivo pelo qual vai além da questão política. Envolve “abalos morais e de valores sólidos” de toda e qualquer sociedade civilizada. Muitos especialistas em análises políticas chegam a dizer que, ao final do escândalo, haverá até mesmo uma mudança cultural no Brasil no que diz respeito aos entes públicos e privados.
O povo realmente anseia por tudo isso. Povo sofrendo em todos os sentidos. Trabalha, estuda, empreende, paga seus impostos e anda triste por não saber para onde o “seu dinheiro suado” sempre vai.