Não seria melhor dizer acordos para salvaguardar os empregos gerados? Certo mesmo são as manchetes cotidianas de empresas em dificuldades financeiras? E a guerra do Irã contra Israel e os Estados Unidos da América não são cortinas de fumaça suficientes para esquecerem o que realmente está acontecendo?
Governar não é simplesmente viajar e fugir dos problemas existenciais. O povo anda antenado com tudo o que está acontecendo. Acordou bem? Fez sua oração diária? Leu a Sagrada Escritura? Em seguida saiu para sua tradicional caminhada ou corrida? Estes, sim, sabem o que realmente é a vida. E todo bom brasileiro gosta de fazer o pagamento de suas contas de forma correta e em dia. Agora, o que acontece no mundo dos que vivem “em bolhas”? Geralmente não estão nem aí para as dívidas que contraíram; “o dinheiro fácil está sempre caindo nas contas”.
E as manchetes de ontem para hoje trazem as notícias de contas “fantasmas”? A realidade está ficando é dura para quem tinha apenas soberba e ganância? Muito cuidado ao investir seu dinheirinho, ganho com o suor de seu rosto e duro trabalho. De 1990 a 2026 houve um aumento considerável de bancos digitais. Verifique se realmente são sólidos e seguros, se possuem liquidez suficiente e se não estão “vendendo gato por lebre”. A economia não anda bem?
Quebradeira geral? A vida do empresariado, que gera empregos e renda, anda difícil. Agora tente imaginar a vida do povão.Quando a economia de um país não vai bem, o que geralmente acontece? Surgem lamentações, lamúrias e reclamações para todos os lados. Mas vocês estão vivendo isso e tentando refletir no que escrevem? Acabou de indagar-se um cético “metido a psicólogo”? Nós estamos é na melhor das vidas, graças a Deus e aos bons empresários amigos. Estamos servindo a Deus, estudando, trabalhando. Somente gratidão a Cristo Jesus e a todas as pessoas de bom coração caridoso. Agora, o que acontece? Dizem que todo bom intelectual não é aquele que escreve baseando-se em sentimentalismos, mas em fatos e acontecimentos. Quem sabe como realmente anda o Brasil são as pessoas que vivem o dia a dia. O que deve fazer, então, todo bom jornalista? Escrever e publicar a realidade que o povo está vivenciando!
Quebradeira geral: é o tema da vez? Atualmente, na República Federativa do Brasil, parece que apenas “padres e pastores”, artistas, e todos aqueles que defendem o atual sistema político andam com dinheiro. Enquanto isso, o restante da população está, literalmente, se virando nos trinta.
Manter empresas não é tarefa fácil. Imagine aquelas com 10, 200 ou 300 funcionários. E o que dizer das que possuem 10 mil, 20 mil ou até 50 mil colaboradores? Enquanto isso, vê-se gente viajando para todos os lados e gastando dinheiro público. Nas caminhadas do dia a dia, o povo comenta sobre isso. Não nas caminhadas em que todos estão com fones de ouvido e celulares nas mãos, mas na vida real — onde as pessoas conversam. Basta parar um pouco e escutar. Quais são, afinal, as empresas que realmente geram emprego e renda neste país, enquanto, a cada dia, surgem novos condomínios de luxo?
A indústria brasileira nunca demitiu tanto. No entanto, os dados divulgados parecem não refletir essa realidade. E quem, afinal, acredita plenamente em números divulgados por governos considerados “totalitários”? A situação é séria. Não está para brincadeira. Ao que parece, somente não quebram as igrejas e templos que se mostram aduladores e bajuladores de governos. Ainda assim, é importante lembrar que há muitos padres e pastores sérios, que também estão se virando nos trinta.
“Não há nada no socialismo que mais alguns anos ou algum dinheiro não possam curar.” — Will Durant. “Seja qual for o país, capitalista ou socialista, o homem foi, em todo lugar, arrasado pela tecnologia, alienado do seu próprio trabalho, feito prisioneiro, forçado a um estado de estupidez.” — frase atribuída a Simone de Beauvoir. “Um homem que não seja um socialista aos 20 anos não tem coração. Um homem que ainda seja um socialista aos 40 não tem cabeça.” — Anselme Batbie