
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na tarde deste sábado (28) que o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, morreu após uma ofensiva militar conduzida em parceria com Israel. Em publicação nas redes sociais, o republicano declarou que o aiatolá “não conseguiu escapar” dos sistemas de inteligência e rastreamento americanos e classificou a operação como um passo decisivo para que o povo iraniano retome o controle do país.
O primeiro-ministro israelense viu imagens do corpo do líder supremo do Irã, Aiatolá Ali Khamenei. As imagens teriam sido feitas quando ele foi retirado dos escombros de sua residência. A informação veio do Canal 12, da mídia isralense.
Até a última atualização, o governo iraniano não confirmou a morte. Um porta-voz afirmou à imprensa internacional que Khamenei está “bem e seguro”, o que aumenta a incerteza sobre a informação divulgada por Washington. Trump, no entanto, insistiu que o líder iraniano e outras autoridades foram eliminados na mesma ação e disse que membros da Guarda Revolucionária estariam buscando imunidade junto aos Estados Unidos.
Os ataques fazem parte de uma ofensiva mais ampla iniciada pelos EUA e por Israel contra alvos iranianos. Segundo autoridades e agências internacionais, explosões foram registradas em Teerã e em outras cidades do país. A imprensa iraniana informou que a ofensiva deixou ao menos 201 mortos e 747 feridos. Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra Israel e contra bases americanas em países como Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Iraque.
Trump afirmou que os bombardeios continuarão ao longo da semana “ou pelo tempo que for necessário” para alcançar os objetivos estratégicos. O aumento das hostilidades ocorre em meio a um cenário de forte instabilidade interna no Irã, marcado por protestos antigovernamentais recentes e repressão violenta, o que eleva o risco de uma escalada mais ampla no Oriente Médio.
Em atualização...
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