
O quê? Placas de “vende-se”? É o reflexo da economia nacional? Enquanto, localmente, o desenvolvimento ocorre por meio da educação, a nível de Brasil, o que realmente acontece? Desgaste. Alianças difíceis de serem fechadas. Viagens e mais viagens sem sentido e sem nenhum resultado prático! E a velha mídia? Não consegue mais ter iniciativa de geração de receitas e, cada vez mais, fica dependente do erário público. Mas aí, o que acontece? Benefícios para tudo quanto é lado e o empresariado “sufocado e com medo” de novos investimentos. E, para todo lado, são placas de “aluga-se” e “vende-se”.
O que ainda está movimentando a economia são os aplicativos. A produtividade industrial praticamente já não existe. E agora, quem vai arcar com algo que pode ser aprovado e que vai gerar ainda mais despesas para o empresariado? Mas a religiosidade não cresce a todo vapor? Não seria melhor dizer o “comércio religioso”? O certo mesmo é que os pais de família querem ver seus filhos empregados, com carteira assinada, e não apenas recebendo benefícios. Eis a nobre realidade do ano de 2026?
É para todo lado, no ano de 2026, placas de “vende-se” ou “aluga-se”? E quem ainda acredita em ordem ou “justiça”? É o pavor tomando conta do Brasil. Antigamente, no final de cada ano, as pessoas pediam a Deus crescimento espiritual e material. Agora, o que a grande maioria pede? “Meu Deus, que consigamos manter o que já conquistamos e que ninguém venha a roubar ou destruir.”
Mas há gente que tem dinheiro e não sabe onde colocar? É dinheiro honesto, ganho com o suor do próprio rosto? É desigualdade econômica e social para todo lado! Mas todo padre e pastor têm carro, casas, apartamentos, sítios e viajam para todo lugar, todos os anos? O certo mesmo é que não sabemos como não possuem medo de andar com carrões em meio aos fiéis que não possuem nada e vivem “lisos”. E isso não quer dizer desenvolvimento econômico! O que desenvolve um país é a geração de emprego e renda.
O que se diz na maioria dos lugares atualmente? “De que adianta fazer curso superior e viver desempregado?” Existem pessoas com mais de uma profissão e completamente sem renda. Enquanto isso? Somente os amigos e bajuladores empregados!
É para tudo quanto é lado? A opinião de que o sistema vai cair e, consequentemente, arrastar uma verdadeira multidão de “ganhadores de dinheiro fácil”. Mas o Nordeste e Minas Gerais, desta vez, irão cobrir o que falta para vencer? A situação é ruim em todas as regiões. Mas o “dinheiro compra tudo e todos”? O Brasil evoluiu — seu povo, à custa do próprio esforço — depois das redes sociais e da internet. Serão capazes de “receber tudo” e “não entregar a mercadoria”! Que “mercadoria”? E somos nós que sabemos? Quem deveria fiscalizar tudo é que deveria saber. Por que somente “ricos” se sobressaem sobre os outros a cada quatro anos, não é?
Enquanto isso, nos Países Baixos, políticos vão trabalhar de transporte público e, muitas vezes, de bicicleta, e não estão nem aí para salários. Percebem a política como algo que vive em função da melhoria coletiva.
Mas é somente no mundo político brasileiro essa discrepância? Nas paróquias, existem melhorias? Em algumas! No geral, o que anda acontecendo? Não são padres e pastores cada vez mais ricos e os fiéis cada vez mais pobres materialmente? Não escapa ninguém? Muitos! Há aqueles que colocam o próprio salário para proporcionar qualidade de vida, e não apenas quantidade de fiéis.
É aí que entra o contexto vocacional. Vocação é diferente de profissão. Profissão é algo para ganhar dinheiro. Vocação é amor total a Deus!
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